segunda-feira, julho 04, 2011

CONTRA O AMOLECIMENTO

«"Chega de saudade" devia ser também uma frase sempre na mente (e a partir de agora) de políticos, comentadores, jornalistas e artistas  um pouco a despropósito do 'post', bem sei: Buarque e os seus amigos reunidos em música e em arte, algo bem diferente. Mas tentemos "acabar com esse negócio" dos comentários moles, de oposição por dever de oposição e sem convicção ou saber: Carrilho, na 6.ª Feira, estava nitidamente a 'cumprir' o seu socialismo, a generalizar e ainda a falar da composição do governo!... Sr. Professor, isso JÁ ERA!! E o corte no 13.º Mês! (a pretexto de que "não estava no Programa"), como se a austeridade que aí vem, e nos vai ESMAGAR, se pudesse resumir às indisposições provocadas por esta medida extraordinária. 'Eles' não estão bem a ver o filme. Acaso julgavam que seria só mudar de governo, e de cor, e que tudo correria bem depois? Pensariam 'eles' que "crise", "sacrifícios", "austeridade", "cortes", "ajustamento", "disciplina" tinham ganho subitamente outros significados equívocos, atingindo "só os outros"? O problema poderá vir a estar na eventual moleza e cedência/preguiça em que este novo executivo possa vir a caír  não fazendo o suficiente e a tempo, com medo de lobbies e obediente a pressões, ou seja "às saudades" de uma organização de sociedade que ESTÁ DEFUNTA e que devemos enterrar depressa; antes que ela nos enterre definitivamente a nós.» Besta Imunda

1 comentário:

floribundus disse...

contribuinte sai para o emprego. prostituta está no carro dum freguês.
ao regressar ainda lá estão.
'-ainda dura ?
-não! ainda mole'

imagem do rectângulo