sexta-feira, julho 01, 2011

STRAUSS-KAHN E A OFÍDICA «OFÉLIA»

Pensar que a bela guineense Nafissatou Diallo, nome de código «Ofélia», a ofídica, e Ana Gomes foram, à vez, predadoras de um perfil. Uma, com o corpo e a insídia. A outra com a transposição simbólica do caso Strauss-Kahn para cima de Paulo Portas: «Entretanto não temos tido, por parte do ex-embaixador Gomes, mais considerações diplomáticas acerca do "assunto" - daquelas considerações assim subtis e próprias de um búfalo. Mas talvez fosse bom perguntar-lhe agora...» Besta Imunda

2 comentários:

floribundus disse...

no caso do ex-fmi a vítima fodeu-se, por ser negra e pobre

'roube-se o que se puder,
haverá sempre meia-dúzia de parvos para nos defender'
Frederico II da Prússia

António Manuel Fontes Cambeta disse...

Alentejano Oriental não está de acordo com o Frederico II da Prússia, mas respeito a sua ideia.
Ficou provado o oportunismo dessa camareira guinense.
O pior é que foi feita justiça pública antes de ser julgamento pelas vias competentes.
A justiça americana é ainda pior que a justiça portuguesa, no fim até é igual, nunca ninguém é condenado, no caso dos politicos claro.
Óptimo fim de semana