quarta-feira, julho 06, 2011

INFERNO DO RATING HERANÇA DE SÓCRATES

Fraqueza e Desconfiança. Afundar Portugal. Cevar o PS
Ainda que as agências de rating manifestamente não passem de instituições à margem da lei, da moral e do bom senso, uma mafia infernal, sita nos Estados Unidos e ao serviço do dólar, moeda moribunda, esmagando Estados vulneráveis, punindo cidadãos indefesos, a verdade é que, no caso português, o que avulta é o pesadíssimo fantasma de Sócrates que paira ameaçadoramente sobre o destino de Portugal. O homem que alegremente nos endividou sem freio durante seis anos está na base de quase todos os pressupostos e pretextos para este último corte criminoso do rating da República anunciado pela Moody's. Este e anteriores. São os actos que definem os políticos. Ora, os actos de Sócrates foram actos de dívida compulsiva, de favoritismo esbanjador, de populismo subsidiarista, de optimismo gastador saloio. Sócrates está rico. Portugal está mais pobre. A herança socratina, lixo em política e em moral, é, portanto, pesada e a causa primeira. Terá muito tempo para estudar, em Paris, a merda que nos fez. Nós, em face dos actos, frutos e efeitos do socratismo, teremos muito tempo para pensar se é ou não imperioso criminalizar e punir esqueletos vaidosos estéreis, cuja gestão danosa da Coisa Pública enterra a esperança e a prosperidade de um País por muitos e bons anos.

3 comentários:

Anónimo disse...

Muito bem, caro Joaquim. E pensar que o asqueroso se despediu dos seus sequazes com um sebento "adoro-vos"; e que, entre a sua ignorância lorpa e a sua constante tendência para o crime demencial e doloso, gravitaram - durante anos - nódoas cúmplices no PS e nas gentes tapadas no povo.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

As mesmas gentes tapadas que idolatram Cavaco Silva

Anónimo disse...

...de que o País abarrota. E que consideram Maria Cavaco "uma linda senhora"; e que aderem acriticamente ao "prós-e-prós" religioso e cobarde da dona fátima, na RTP perdulária - paga à tonelada pelo contribuinte. Às 'gentes' bastava entender que não é preciso gostar de reformas na economia, no Estado e na S.Social; basta apenas admitir que são inadiáveis.

Ass.: Besta Imunda