segunda-feira, março 03, 2008

SARKOZY: «QUE TE SUJO? ENTÃO PÕE-TE NO CARALHO, Ó CAMELO!»

Eu não sei de nada.
Um gajo estende a mão a fulano e fulano vai e diz que lhe não toquemos que o sujamos e nós fazemos o quê?! Quem é que nos pode julgar mais sujos que quem quer que seja? A que ASAE espiritual, moral, política, decisória, alguém aí se arroga?

Que será preferível?
Dizer que ele pertence aos sessenta comunistas do costume?
Que já o conhecemos do grupo dos sessenta comunistas de sempre?
Que não se admite a anti-democracia de nos chamarem mentirosos e narizes de batata?

Sempre me parece que é melhor ser autêntico, como Sarkozy, e entredentes mandar foder o que nos desrespeite o gesto! Não gosta, não vistita!
Se não gosta e não visita, escusa de vir justar-se à multidão a armar-se em esquisito e higiénico em relação à nossa pessoa e armar ao espectáculo do «Não me toque!» que era uma coisa a que brincávamos em crianças. Outro camelo com um bode expiatório e uma queixinha larilas!

Isto faz-me lembrar um pobre bêbado, coitado, mais desorientado e burro que culpado do que quer que seja.

Primeiro, chega bebido ao Pub, o que já é mau, mas como é desconhecido dá-se sempre o benefício da dúvida.
Depois começa a dançar danças obscenas e a incomodar donzelas educadas, é conduzido delicadamente à saída,
enquanto se recusa a pagar o consumo
e a entregar o cartão,
depois é deselegante com uma mulher casada que está à porta,
depois desaparece sem mais nem porquê a dizer-lhe, metafórico e estiloso: «Eu consumia-te! Eu consumia-te!».

Oito dias depois, vem e diz que quer pagar os 24 euros da despesa do cartão que levou consigo.
Entra e paga. Sai. Não mais poderá ser admitido em virtude do comportamento passado, mas tenta negociar.

Depois admite que se comportou mal e o marido da mulher que ele desrespeitou não lhe leva a falta em linha de conta.
Depois pede ao porteiro que lhe vá buscar um fino. Ó vais!
Depois, perante tanto desarrazoado e incoerência ébria insuportável de aturar, o porteiro despede-se e diz adeus, que nada feito!, e estende-lhe a mão, o braço todo.

É então que o bêbado, pobre, coitado!, e burro, também não me cumrimenta:
«Não o cumprimento!» - diz ele!

Enfim, puta que o pariu e boa sorte!

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