terça-feira, março 18, 2008

BRANCA QUADRA ALADA


Fosse eu de todos desertado e, nesse desespero,
tentação fosse, albatroz, soltar-me de arrasto ao abismo,
ainda assim voaria rente ao tumulto das águas
ao mesmo vento, furioso alimento, com que cismo.

3 comentários:

Drica Menezes disse...

lindo poema! obrigada pelo comentario em meu blog! um abraço! :D

Joaninha disse...

Homem,

A malta gosta mesmo do que escreves pá!

Anónimo disse...

Já não sei bem o desejo, ou se quero,
Abrir as asas muito para além do cinismo
e voar mais alto, mais longe do que espero:
Fazer do resto dos meus dias paroxismo.

Os teus poemas trazem-me de volta a vontade da poesia há tanto pensada perdida. Obrigado poeta.