sexta-feira, dezembro 25, 2009

BRAVATA COMO SEMÂNTICA DO SOCRATISMO


Bravata por interpostos peões. O pior é que, quando se aborda o vulgo, o vendedor de fruta, o gestor do Modelo lá da vila, a velha que toma ou seu velho galão com a sua velha torrada no velho minimercado local, por falta de informação ou superficialidade congénita, percebe-se por que medra o Logro. Ainda há quem dê o benfício da dúvida à gente por trás da gente que emite ameaças ostensivamente veladas e subtis, passe o paradoxo, cuja gravidade é fácil de flagrar mas não deflagra em coisa nenhuma com efeitos sancionatório-punitivos à medida do perpetrado: «O Carlos Lopes, o Miguel Noronha e o Miguel Morgado destacam a ameaça que me foi dirigida pelos pequenos assessores corporativos, que habitualmente vão soprando o que os chefes lhes mandam dizer. Nada de novo, já me fizeram ameaças semelhantes no passado, sempre com subentendidos sobre a possibilidade de me despedirem. O problema deles, coitados, é que sempre viveram de tachos e sem tachos não sabem viver - e acham que os outros são como eles. O que me continua a surpreender é que esta gentinha anónima e servil ao poder seja protegida por várias figuras que assinam com os respectivos nomes e apelidos em jornais e blogues.» Paulo Pinto Mascarenhas

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