quinta-feira, dezembro 24, 2009

PR, ÚLTIMA ESPERANÇA DOS INDÍGENAS

Pior do que isto parece impossível, mas é bom que os indígenas estejam preparados para situações ainda mais desgraçadas nos próximos tempos. O partido do senhor presidente relativo do Conselho anda de cabeça perdida, desesperado e sem qualquer tino nos neurónios. A ressaca das eleições de 27 de Setembro está agora bem visível e tem tendên’cia para se agravar desgraçadamente até ao dia em que os indígenas o ponham na rua. Vai ser difícil, mas nestes tempos natalícios é legítimo ter alguma esperança num desfecho feliz para tamanha desgraça. O alvo da fúria socialista é, como o foi no Verão, o Presidente da República. O partido do senhor presidente relativo do Conselho não suporta que Cavaco Silva diga aos indígenas o que toda a gente pensa. Isto é, que as suas grandes preocupações são o desemprego galopante, o endividamento externo, a dívida pública e a falta de competitividade e produtividade, factores que impedem um crescimento económico saudável, única forma de criar emprego e aumentar o nível de vida dos indígenas que desgraçadamente vivem neste sítio cada vez mais pobre, deprimido, manhoso e obviamente cada vez mais mal frequentado. É óbvio que perante as desgraças sociais que abalam o sítio, a última preocupação de qualquer pessoa com um mínimo de sanidade seja a história dos casamentos entre homossexuais. É evidente que numa situação em que aumenta a pobreza e há cada vez mais pessoas à beira do desespero, a última das preocupações deva ser a conversa fiada da regionalização. Pois bem. Indiferentes a tudo e a todos, na tentativa vã de esconderem o estado em que deixaram o sítio, os socialistas liderados pelo senhor presidente relativo do Conselho atiram-se ao Presidente da República de forma desvairada para ver se o calam e desviam as atenções dos indígenas. Mas estão muito bem enganados. A realidade, fria e dura, está aí à vista de toda a gente. Nem mesmo os mais ferozes optimistas já o conseguem ser. Restam os vendidos por uns pratos de lentilhas. Mas destes não rezará qualquer história. Foram miseráveis ontem, são-no hoje e assim continuarão. É por isso que este poder socialista, desesperado por ter perdido a maioria absoluta e pela desgraça que provoca todos os dias em milhões de indígenas, se atiça contra Cavaco Silva, o único referencial de seriedade. É por isso que neste Natal triste, desgraçado e quase sem esperança é legítimo pedir ao Menino Jesus que nos livre deste Mal.» António Ribeiro Ferreira

1 comentário:

templario disse...

Isto de uma só criatura, no nosso país,ser o único referencial da sociedade, traz (ou pode trazer) água no bico. No que isso já deu!...

O ponto de visto do autor do texto é limitado e caseiro...

Só em Portugal é possível considerar de derrota uma vitória de maioria simples. Só em Portugal! E a lógica mantém-se, o raciocínio conduz à defesa de maiorias absolutas e, se um partido a nosso gosto a não consegue, pois, então, concentremo-nos num único referencial da sociedade, numa pessoa, num HOMEM.

Somos uns velhacos uns com os outros, especialmente contra o próprio país e o povo, usualmente quando se vive das tetas do OE.

Exige-se mais profundidade, mais seriedade, mais desprendimento de interesses pessoais e, acima de tudo, mais solidariedade e sentido patriótico.