sexta-feira, setembro 08, 2006

LUCILAÇÃO












Deixa os teus mortos, lucilante Lucinda,
não consintas em torturar-te mais,
poluindo-te com essas palavras de raiva
furiosa.

Os teus mortos estão vivos e em festa.
Tu é que te comprazes na deprimência por tão dura e injusta perda,
como se não houvesse esperança
e uma meta para eles e para todos.

Vi a tua poesia. Agora compreendo-te ainda melhor,
embora vistas esse sarro luciferino
que te dana, por secreto desporto,
enquanto quiseres.


Joaquim Santos

4 comentários:

kinkas disse...

Tás mesmo despassarado de todo.
Tens assim tanta gente que gosta de ti?
És mesmo uma merda.
Vai dizendo, quando chegares a mim prometo que admito.
E continuo a controlar-te.
Burro.

Anónimo disse...

O Kinkas nem uma piça controla com o cu.

Anónimo disse...

Achincalhado Kinkas!
Akinkaslhado Kinkas!

Ouve lá, não seria melhor teres escolhido um nome que não fosse mais do que és?

É mesmo à rabo !!!

kinkas disse...

Anonymous said...
O Kinkas não entendeu porque estava a meio de um broche e ninguém enxerga a realidade com esperma nos olhos.

11:25 PM


Anonymous said...
O Kinkas gosta de pau e por isso não perde pitada de um blog machão.

11:28 PM


kinkas said...
Desculpem pessoal, afinal eu é que sou burro e levo no cuzinho!!!

3:28 AM


Anonymous said...
Vá lá que o Kinkas dobrou-se .... dobrou-se o cérebro à nascença... dobrou-se a clarividência enquanto gente crescendo.... agora dobrou-se.... e já põe-se de quatro !
Ah Kinkas !... Dentro em breve rastejas !...

3:36 AM


kinkas said...
Sem comentários.
Se estivesses num mundo de analfabetos talvez pegasse essa.
Tu que criticas os anónimos, serves-te do anonimato.
è elementar, abriste a possibilidade aos anónimos para escreveres como tal
Cada vez te enterras mais, sempre pensei que fosses mais inteligente.
Tu que não passas de um ser reles e indecoroso.
Tu que usas a imagem inocente da tua filha, não passas de um pobre coitado, no fundo um miserável.
....
Quem te conhece bem, sabe que este é o teu vocabolário, pobre joaquim, até onde vais?
Não te digo para te matares porque seria terrivel para a tua inocente filha sber-se descendente de um covarde suicida.
Vi que atingiste o fundo do poço.
Vou fazer um pacto contigo.
Não voltes a meter-te com gente que não conheces, não voltes a ser arrogante, e eu deixo-te em paz.
Mas vou ficar atento.
Não é por ti, nem pela tua a. que está atenta que deve conhecer muito bem a merda que rebola, é mesmo pela tua filha que não tem culpa de descender de uma aberração como tu.
Tem no entanto cuidado, vai olhando por cima do ombro que um dia destes podes ter uma surpresa.