domingo, setembro 13, 2009

O HORRENDO HOMEM DO PASSIVO


Sócrates é por estes dias um santinho loquaz. Omnipresente, omni-anunciante, esgotou Portugal de bordões enganosos como o célebre circense «pela primeira vez em Portugal»; vampirou-lhe a paciência por pura sobreexposição mediática da sua maneirenta, nefanda e nefasta pessoa. Apresenta-se nos debates com horas de trabalho de assessorias sobre papéis antigos, especialmente a assessoria Obama, que lhe prepara as cascas de banana e as ridicularizações reles do adversário para espectacularizar os Debates e eventualmente capitalizar apoiados. Sempre o mesmo esgar velhaco coroa um interminável autoconvencimento. A 27 de Setembro, esse hábil manejador da imagem, da loquacidade plástica do Nulo, da malícia política pura e dura, terá o seu pontapé no cu urgente e merecido porque a desonestidade, o favoritismo e o corporativismo partidário-clientelar nunca foram tão longe em trinta e cinco anos de Governos. O Passivo Português, a Dívida Pública Portuguesa, a desmoralização e o esmagamento de pessoas também nunca foram tão longe. Toda a incompetência se resume nisto: «Eu, eu, eu, eu, eu.» Como os antigos ou intemporais ditadores e tiranos, mesmo Chávez, esse grande louco elogiado por Stone, encornou a ideia de tudo o que o País é ou faz se lhe deve e passará por suas mãos e vontade. Não há Maledicência que chegue para tanta Malfeitoria. Para além de tudo que os telefonadores avençados blaterem nos Fora radiofónicos ou da SICN, já é lucro que MFL nada tenha de esse grotesco: «"Espero que o PS seja tão responsável como o PSD, que deu seis anos de governos minoritários ao engenheiro Guterres."»

5 comentários:

Daniel Santos disse...

Em breve teremos um governo bloco central armado em salvação nacional.

Pedro disse...

A tua obsessão pelo Sócrates leva-te a extremos raramente vistos... louvo a tua determinação, mas vê-se que o teu ódio pelo homem, provavelmente injustificado, te cegou o espírito e te apagou a racionalidade da alma. O discurso do Sócrates foi de longe mais eloquente, mais interessante, mais treinado, mais sólido, mais genuíno do que o discurso da "verdadeira" FL.. que diz e fez no passado o oposto do que diz e faz no presente.. que demonstra a sua ambuiguidade para o SNS e a SS.. enfim, ver isto como uma derrota do Sócrates demonstra o nível irracional a que chegou a vontade de tirar o Homem do poder só porque vos pôs a serem avaliados como deve ser.

Anónimo disse...

Mas oh Pedro, onde é que o Joshua escreve neste post "ver isto como uma derrota do Sócrates" ??

Já andas a sonhar com a tua propria manhã de 28 de Setembro.

Vais ter um péssimo despertar, oh Pedro.

Anónimo disse...

Com tanta "poeira", já nem se fala do Fripó.

Quint disse...

Para quando colocares aqui um cartaz com a Tia Manuela a dar um pontapé no cu ao Pedro Passos Coelho sob o lema "Connosco não há, nem nunca existiu asfixia democrática!"?