terça-feira, novembro 09, 2010

CLONES DO MAL

Tudo aquilo que, ao longo de seis anos, foi perpetrado especialmente contra professores é filho, irmão, clone, de esse trabalho devastador dos agentes internos responsáveis pela bancarrota que condena e atasca todo um povo. Havia povo, media, opinião avalizada, postos a alegrar-se com o esmagamento do docente e sua devassa, caça às bruxas em que Europa nenhuma pensou. Para nada. Por todo o lado, dedadas de malícia e incompetência.

4 comentários:

floribundus disse...

a maioria dos nativos deste rectângulo merece a merda e os merdosos que são porque se está a ver ao espelho.

há que criminalizar todos os sapatilhas

LUSITANO disse...

Caro
Joaquim,
Não sei se o meu Caro Amigo é professor ou não, mas se há alguém que seja responsável pelo que diz, são os próprios professores.
É corrente que a falta de educação de muitos alunos é culpa dos professores, não entendo bem assim, acho que a Educação deve ser dada em casa, mas, cabe igualmente, no caso dessa Educação não ser dada pelos pais, aos professores não claudicarem perante essa ostentiva falta de educação dos alunos.
Há uns anos, falando com uma cliente que era professora numa escola do 5º ao 9º ano, contou-me, que um dia tinha sido agredida por uma aluno, salvo erro com 14 anos, com uma cadeira nas costas, perguntei o que fez e disse-me que não tinha feito nada, por um lado o aluno era um matulão maior do que ela e depois era africano, ou seja, teve medo fisica e psicologicamente não a fossem acusar de racismo, mas isso tolera-se, pergunto eu???
Seja o aluno da idade ou do tamanho que for, seja ele, branco, negro, amarelo ou azul às riscas, nada tem a ver com racismo, tem a ver isso sim, com a falta de autoridade dos professore e consequentemente da Escola.
Eu falo com muitas pessoas e a impressão geral é que os professores são frouxos, que não se querem meter em maçadas, mas os professores não são uma autoridade ou são bonecos de peluche???
Desta forma, meu Caro Joaquim, os professores não tem que se queixar, já que fizeram várias greves e manifestações, que tal uma a exigir mais autoridade e respeito, ou o "deixa andar" é que está a dar???
Já não alinho em cenas de "coitadinhos", só é coitadinho quem quer, se não se ralam então não tem de reclamar.
Cumprimentos.
LUSITANO

Anónimo disse...

Era uma vez um (ou vários) demente(s) que disse(ram) que um açoito numa criancinha deitada para o chão aos gritos e aos palavrões aos pais a fazer uma birra quebra-tímpanos porque exije não sei o que, faria dele um traumatizado pela vida fora.
Essas criancinhas cresceram e hoje temos uma geração (ou mais) de pessoas que agem como perfeitos inimputáveis em todas as esferas da vida, às quais tudo é devido e que se convenceram que tudo cai do céu e tudo se obtém sem esforço.
O resultado está à vista de todos.
Inverter a tendência ?
Um bocado tarde.
Era começar a distribuir chapadões neles todos cada vez que abrissem o bico a faltar o respeito a alguém.
Mas para isso era preciso que o esbofeteador soubesse o significado da palavra respeito. Que também se perdeu.
Por isso estamos todos mal: O rapazola de calças descaídas a mostrar a cueca (mas qual é o sentido disso alguém me explica ??) que, de mão nos bolsos e batuque nos auricolares, empurra a velhota para passar-lhe à frente no metro; A mãezinha que compra a crédito o computadorzinho topo de gama para a criancinha de 30 anos que, desempregada coitadinha, vive ainda lá em casa, acorda ao meio dia mas, atenção, tem grandes projectos para a sua carreira futura...
E por aí fora.
Chapadona nessa gente toda.
Só para começar.

Virginia

Anónimo disse...

A quem mais interessou “democratizar” o ensino foi aos professores desqualificados, porque será que os mesmos alunos reagem de forma desigual com diferentes mestres?
Hoje atiram-se todas as culpas para os formandos quando os desmandos destes se devem à falta de capacidade dos formadores.
O Ministério da Educação deveria avaliar a capacidade psíquica dos professores paralelamente à aptidão de leccionar, já para não falar no grau de competência dos docentes na matéria.
A realidade infausta do nosso sistema de ensino deve-se ao baixo grau essencial de quem ensina.
Conclusão, o dinheiro compra formatura, com a concorrência galopante das universidades privadas tende a baixar o grau dos formados.