quarta-feira, novembro 24, 2010

DA INSÍDIA

Passos, antes de liderar, amparava benévolo Sócrates sob silêncios e bonomias. Era a mão que embalava o berço vil de víboras, lixando professores e outras classes dos «inúteis mais bem pagos», como grafou sabiamente Miguel Sousa Tavares, quem lhe dera fosse apócrifo. Mal pôde, foi a mão apressada, estendida, para dançar o tango. Agora, mil vezes traído pelo mestre da insídia, prepara-se para ser a mão inútil e repetida que ou pívias bate ou dança o vira. Era o orçamento. Eram os mercados. É a execução orçamental. [É o caralho, meu amigo!]

2 comentários:

Anónimo disse...

Muito bem!...

Ass.: Besta Imunda

José Domingos disse...

Assino, por baixo.
São farinha do mesmo saco, parecem fast food, a porra, é que mamam o nosso dinheiro, porque nós, temos que trabalhar, para sustentar o circo.
Os parasitas, não têm interesse em matar o hospedeiro.
Um povo de labregos, invejosos, calões, piolhosos, só pode gerar, politicos deste calibre, uns merdas.
Desculpem o cavernáculo, é que estou farto, de ser obrigado a dar para este peditório.