quinta-feira, novembro 11, 2010

O MORTO PÓSTUMO

Almeida Santos voltou a perpetrar uma declaração asinina infinitamente ridícula. Ele reflecte o espírito cortesão da mole decadente de apadrinhados dentro da grande podridão que grassa pelo Regime. Politicamente, tal espécimen insiste em não passar de um lamentável zombie ou "morto póstumo", como se a senectude o regredisse de dedo na boca para o útero que o pariu. Isto politicamente. No plano pessoal, não anda de todo a tomar os medicamentos e deve ser por isso que se perde em sucessivas velhacarias senis e pronunciamentos asnos. Tomar o Povo como súbdito deste Governo e supô-lo ai-jesus dos nossos olhos é toda uma menstruação tardia a embaciar-lhe as lentes de aro grosso. 

1 comentário:

floribundus disse...

o gajo é social-fascista