A GRANDE BABETE ILIBATÓRIA
Certos banqueiros supersónicos, no processo de se transformarem supersonicamente em altos administradores de Bancos público-privados, mesmo supostamente apanhados a traficar influências, e na verdade colocados sob medidas de coação por alguma razão, são afinal muito susceptíveis quanto a essas mesmas medidas de coação que lhes são aplicadas. Quem protestaria a leveza de 25 mil euros de caução e proibição de palrar com quatro arguidos?! E quanto à pureza judicativa da Praça Pública muito mais escrúpulos e queixas aduzem. Outras virgens sôfregas, jantantes/almoçantes, cujo rapar e manobrar à pala do Estado era todo no aconchego do anonimato silencioso também não suportam a Opinião Pública nem as suas judicações intuitivas, perante as notícias que tem tido a sorte de conhecer. Vestem bem. Têm bom penteado ou capacete de pêlo. Assentam num bom calçado e é do alto de essa plataforma sublime, quais deuses do fashion, que se proclamam inocentes e em breve ilibados. Não era mais nobre e mais belo o higiénico silêncio?!
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