domingo, junho 19, 2011

UM GOVERNO NORMAL

Para que se realizem coisas extraordinárias e se salve o País dos efeitos nocivos do socratismo, um começo de conversa é a normalidade. Ora, até ter havido Governo, tudo o que Passos desencadeou foi normal. Normal foi a deslocação a casa de Vítor Bento, em esforços pela causa Portugal. Normais foram as dificuldades sentidas para seleccionar gente experiente e avalizada disposta ao risco extremo de dar o corpo ao manifesto para transformar em vitórias de Portugal, caminhos de esperança e cura, todas dificuldades monstruosas delegadas pelo pesadelo Sócrates. Portanto, mesmo que a concretização do Governo que Passos Coelho trazia na cabeça tivesse dado lugar a alterações isso é a coisa mais absolutamente normal do mundo. Recusas, anulações de convites e mudanças de pastas na praça pública são o reflexo da realidade da vida e de uma realidade normal. Anormal era o Governo ser Sócrates, os demais ministros serem Sócrates, a massa crítica do País e do Partido se esvaziarem para se encherem do flato Sócrates, essa extensa e insultuosa emanação de metano. Passos e Portas representam normalidade, inteligência e trabalho. Hão-de corrigir o que se distorceu e retorceu com absoluta desonestidade ao longo de seis anos. O País precisa de sobreviver aos cretinos corporativos anónimos que brincam, como sempre brincaram, à politiquice e à desinformação reles e rasteira. Eles, tal como o seu chefe, devasso e ávido, destruíram Portugal com a escória da mentira e com o lixo do seu criminoso autotelismo político, sem lugar a altruísmo nem espaço para espírito de serviço à comunidade. Continuarão a rir de nós até deixarem de lhes pagar. Até serem directamente responsabilizados pelo que nos fizeram.

1 comentário:

Anónimo disse...

Veremos se a normalidade, inteligência e trabalho, no fim dos 4 anos terão consequências dignas de tais epítetos, espero que esteja certo meu caro, espero mesmo...