sábado, fevereiro 26, 2011

MISÉRIA INSTITUCIONAL E INSTINTUAL

«Mas o que me interessa é o princípio do excerto. Se o deslocarmos do contexto para o nosso, actual, os sinais devolvem-nos um país pouco mais "evoluído" em matéria de liberdades do que aqueles cuja história VPV conta. Um presidente do STJ empenhado em perseguir todo o mundo e o outro por causa dos seus "poderes", um punhado de partidos, à esquerda e à direita, "albanizados" e asnáticos, uma sociedade dita civil que oscila entre a passiva ajoelhada perante ao Estado e a parvoíce de matilha da "geração facebook" que "ameaça" com a rua, um jornalismo falho de audácia (vá lá, Fernando Madrinha no Expresso ousou denunciar a "correcção" no episódio da prisão de Paços de Ferreira), as recentes "golpadas" no sufrágio universal, etc., etc., dão cor a uma miséria institucional e instintual que não pode manifestamente dar lições a ninguém. Não há liberdade, há de quando em quando liberdades. Um princípio português.» JG

1 comentário:

floribundus disse...

a Líbia não é um país
ist é o largo dos ratos