quarta-feira, fevereiro 09, 2011

AMIGUINHOS, AMIGADOS E AMIGALHAÇOS

Gostava de perceber de que palavras tão gravemente sujas fogem tanto o PRG como o demais sistema putrescente que acoberta o pútrido Primadonna e o grupelho imune e impune. Que terror pelas palavras ditas, levadas pelo vento e gravadas pela Justiça, leva essa fina flor a fugir e a fingir? TMN incluída. A célebre operadora justifica com «razões de ordem técnica» a destruição de parte dos dados de tráfego telefónico de vários arguidos do processo Face Oculta, incluindo o intocável amiguinho Armando Vara (ex-vice-presidente do BCP), o meteórico amigalhaço Rui Pedro Soares (ex-administrador da PT), o jamaislogista amigado Mário Lino (ex-ministro das Obras Públicas) e o sem-sombra-de-nepotismo friendly, Paulo Penedos (ex-assessor da PT). Razões de ordem técnica! É por estas e por outras tipo deus ex machina que o Primadonna mete nojo, o seu bando mete nojo. Tudo se contamina da mais porca e inaudita sujidade imoral e amoral. «Pelos frutos os conhecereis» está escrito. Pois esse PS-Primadonnista Favoritista não sabe senão parir abortos éticos qual deles o mais disforme. Bem mais depressa o deixam rebentar com Portugal enquanto se proscratina livrarmo-nos finalmente de tão absoluta e indescritível malícia.

2 comentários:

Zé da Burra disse...

"Pensar no país" - Palavras usadas de forma banal.
As palavras "pensar no país" estão a ser usadas de forma banal. Para se ser bom com o nosso país e pensar objectivamente no nosso país era forçoso tomar as seguintes decisões: - Todas em simultâneo: - Substituição do 1º ministro por um homem digno e honesto oriundo do PS como o ilustre João Cravinho, substituir o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e o Procurador da Republica. Enquanto não se fizer isto não há solução para Portugal.

Anti-Bois disse...

Somos ofendidos todos os dias
Demitam-se de imediato, por justa causa, os responsáveis por ter permitido a destruição de provas e acusem-se pelo crime de obstrução à justiça. Se Portugal fosse um país decente era isto que aconteceria. Mas não. Somos o país dos assessores, do face oculta, do BPN, do apito dourado, do Pinto da Costa, do Freeport... somos o país onde ninguém é condenado por corrupção.