sexta-feira, junho 19, 2009

ALI KHAMENEI, INSANA ODIOSA HISTERIA

O sinistro Ali Khamenei passou para a fase histérica da exigência de que os protestos parem, enquanto as populações recrudescem os protestos em sucessivas e intermináveis paradas que colocam em xeque o sinistro Regime dos ayataollahs, baseado no ódio ao Ocidente, na ameaça implícita aos vizinhos e no potencial imperialismo expansionista na região. Isto quando o principal grupo da oposição ao Presidente Mahmud Ahmadinejad, os Mujahedines do Povo, sustentam que nas ruas de Teerão, a capital iraniana, 43 pessoas foram assassinadas. Este grupo, fora da lista de organizações terroristas da União Europeia desde Janeiro, acrescentam que algumas das vítimas foram «alvejadas mortalmente e outras foram espancadas ou esfaqueadas até à morte», em consequência da crise eleitoral iraniana que opõe os apoiantes do presidente Mahmud Ahmedinejad aos do moderado e reformista Mir Hossein Mussavi. Sabe-se que trinta de elas foram mortas em Teerão e outras 13 noutras cidades, nomeadamente Isfahan, Shiraz, Mashhad, Yazd e Khorram-Abad. Entre as vítimas mortais encontram-se menores e mães idosas, conforme sublinham os Mujahedines do Povo. A questão é saber se a população contestatária, nos seus números esmagadores, abrirá ou não mão das suas exigências apesar de violentissimamente reprimida. Caso recue e retroceda isso significará purgas impiedosas e execuções em massa pois um regime torcionário com uma capa democrática não se poupará a esforços para sanear quaisquer focos de rebelião. Recuar nos protestos legítimos e nas manifestações mais justificadas, evitar o golpe de misericóridia num Regime Tirano e Corrupto é um caminho perigoso. Veja-se o caso de Myanmar e o esmagamento subequente, ou o caso do Tibete com aquelas mortes supervenientes e execuções purgativas. De vítimas e de bem-aventurados está o Mundo repleto enquanto outro Mundo assiste impotente, mas ao menos bem informado. Veja-se ainda, por exemplo, o modo como os sindicatos de professores e os professores fraccionados entre si, mas não os Movimentos de Docentes, recentemente acabaram por congelar e abandonar o cerne dos seus protestos em Portugal com a manutenção de um Modelo de Avaliação pseudo-suavizado daninho e enganoso e de um ECD injusto, vexatório porque intimamente apartheidesco. Recuar em reivindicações humaníssimas e justíssimas equivale a perder a Liberdade e a atraiçoar a Razão: «O Supremo Líder iraniano, ayatollah Ali Khamenei, manifestou o seu apoio inequívoco ao Presidente Mahmoud Ahmadinejad, cuja reeleição está a ser duramente contestada por protestos diários. “O povo escolheu quem quis” para a presidência do Irão, afirmou.»

1 comentário:

Anónimo disse...

warofillusions.wordpress.com

The Iranian soft coup, under the microscope
June 18, 2009 — Stefan Fobes

By Stefan Fobes

If anyone wants to understand how it’s all done, a five minute walk in a big city will do. With the instant just about everything now available, the way people are packed like sardines in a can in the cities, it just knocks people into a “get the hell out of my way!” mode and results in people seeing instead of other people, just too many bodies that are in the way. Such a state creates a mind programmer’s paradise. Just send the stress machine into spin cycle and it’s a walk in the park as far as the control system is concerned. This is but one of many of the basic tools and causes for why the so called sheeple are so “dumb”. It isn’t necessarily an issue of dumb or smart, but actually degrees of programming. Otherwise the hypocritical way the Iranian elections have been covered would have been met with a bullshit call day one. So yes, focus is the beginning of the way out.

As soon as I heard a newsdroid say the first couple of sentences about the Iranian presidential elections and what was supposedly going on there I was calling it.

It is laughable to paint the Iranian system as anything resembling democracy. By law, Mr. Supreme Leader Ayatollah Khamenei’s twelve member Guardian Council has the exclusive right to select candidates, and then the people place their ballots. That this has not even been addressed when it is a matter of public record, is suspect. Will of the people, schmeple. Last year during the American presidential election it was reported that Barack Obama got no votes in New York’s Harlem and other historically Black American districts. This was quickly marginalized in the mainstream media and has never been brought up again since, just as the obvious Bush election steal was before it.