quarta-feira, dezembro 28, 2011

JURISPRUDÊNCIA DO SEXO À BRUTA SEMICONSENTIDO

Para começo de conversa, o absolvido nos tribunais do crime de violação de uma doente grávida, a quem tratava uma depressão, não deveria ter sido absolvido. Apele-se. Mas estou com a Ana Matos Pires-soccratino: o psiquiatra do Porto não deveria ter de enfrentar agora o julgamento supletivo dos seus pares: anda-se a inventar uma coisa inteiramente nova, fazendo jurisprudência na Justiça e jurisprudência na OM: Conselho Disciplinar do Norte propôs recentemente a sua expulsão, a sanção mais grave e que raramente é aplicada na profissão. Não terá havido nada, mas mesmo nada, nada de grave no longo passado da OM a suscitar, enfim, expulsões?! Foi sempre assim tão imaculado? E não está aqui em questão a monstruosidade do que se imputa ao "psiquiatra" tarado, gourmet sexual oportunista do Porto.

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