sábado, dezembro 31, 2011

NA IMPOSSIBILIDADE DE EMPALAR A SUA CABEÇA

Resta subscrever o seu epitáfio e sublinhar um conjunto de factos que os portugueses não podem esquecer: «[...] A manha tem tantas fórmulas (más, evidentemente) como as do diabo. Pacheco, o Pacheco que tem dias, resume-o: «à volta dele o desastre absoluto», «mestre da propaganda, mestre no voluntarismo despesista, mestre no dolo, mestre na arrogância autoritária», «o seu nome tornou-se um insulto, cujo pathos ele renova com convicção e zelo, como nas declarações sobre a "gestão da dívida".» E Pulido Valente também: «o que admira neste homem é ele ter chegado a chefe de um grande partido e a primeiro-ministro. Tudo o resto se explica: a ignorância, a irresponsabilidade, o autoritarismo e a noção de que a política era uma forma de teatro. Mesmo assim, ganhou a confiança de gente que devia saber mais e os portugueses só correram com ele no último momento. Irá com certeza ficar como o emblema da decadência do regime.» João Gonçalves

2 comentários:

Anónimo disse...

Todos se recordam da promessa de não atribuir culpas aos anteriores, de não tocar nos 13º. E 14º. melhor fora que se calassem como se calarão aqueles que ainda hoje vociferam contra Sócrates para não darem o braço a torcer admitindo que foram enganados.

Anónimo disse...

Todos se recordam da promessa de não atribuir culpas aos anteriores, de não tocar nos 13º. E 14º. melhor fora que se calassem como se calarão aqueles que ainda hoje vociferam contra Sócrates para não darem o braço a torcer admitindo que foram enganados.