quarta-feira, dezembro 28, 2011

UMA VALA PARA OS "MARCOS" E AS "CÁTIAS"

«Neste País que amo, neste Portugal que defenderia até me serem amputados os dois pés por excesso de permanência em trincheiras infectas  ou até perder a vida metralhado e gaseado com "fogénio" — subsiste, persiste e medra um tipo de 'pessoas' que veria de bom grado todas enfiadas numa vala com cal por cima, Deus me possa alguma vez perdoar na sua infinita bondade e indulgência: são justamente os "marcos" e as "cátias" e os seus mentores (lanistas do Séc. XXI, mercadores de escravos e de chacinas do circo-cardinal-da-democracia). Nada disto tem relação com pobreza, nem sequer com extrema pobreza ou modéstia: existem legiões de gente pobre mas decente; de gente sem vintém mas com vergonha; de gente sem estudos mas com valores e educação. Infelizmente, este horrível espectáculo-do-cu-do-broche-e-do-peido que a TVi espalha como estrume contamina cada vez mais pessoas. Na ausência de bons e verdadeiros exemplos, e na quase proibição de os difundir quando existem, as televisões latrinárias vão formando, enformando e formatando os telespectadores em basbaques  de encéfalo puramente reptiliano. Se José Pacheco Pereira quer realmente mergulhar bem fundo na depressão e no abismo da revolta, então que preste mais atenção a este tipo de coisas (o seu "KuntraPunctus" não chega); e ainda mais o atormentará pensar que, segundo estatísticas, existem mais de 975000 portugueses com mais de 75 anos  enquanto que cidadãos com menos de 14 anos são uma minoria... Isto sim dará motivo a Pacheco para errar, por entre os salões sombrios do solar do seu avô-navegador, presa de uma angústia imensa e deprimido como um condenado.» Besta Imunda