sábado, novembro 21, 2009

CARVALHAL DO POVO

Carvalhal é um técnico simpático. Fatal, o sofrimento que o aguarda nas funções assumidas assim como a facilidade com que Bettencourt empola encómios e fala de mais antes do tempo. O futebol é fantástico alucinogéneo, um cogumelo de dispersão e tem sido a única porta de penetração de uma mensagem cada vez mais urgente: demitam-se! Sócrates, demita-se! Vítor Constâncio, demita-se! Manuela Fodê-la Leite, demita-se! Isso é um ponto. O outro ponto é que o Público não tenha nem permita visibilidade plena aos comentários visitáveis, quer pessoais quer de blogues, no âmbito da vergonheira que perpassa a sociedade portuguesa. É curioso! De que é que o poder tem medo? Que escrúpulos tão apertados são esses que levam a controlar tão Absolutamente os media, a publicidade, estrangulatória ou abundante, dos media, consoante sejam amigos ou independentes, e mesmo o modo como os cidadãos fazem chegar as suas reflexões, imprecações ao grande público através dos mesmos media? Assim fizeram regimes comunistas defuntos e fazem certas sociedades policiárias teocráticas e autocráticas. Mau sinal. Cheira a fim de ciclo. Não admira que isto só lá vá com defenestrações, como nos tempos antigos. Malditos os que castram a nossa democracia.

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