MARTA CRAWFORD ESPIRITUALMENTE FRÍGIDA?

Como pode Deus, palavra e conceito civilizacional sempre bem aquém do sensus fidei e da Magnificência Inefável para os crentes, causar engulhos a uma mulher 'aberta' que nem escrevê-la ousa?! Preconceito e autocensura absurda?! Ainda que se censure de escrever plebeísmos, vá que não vá, agora não ser capaz de grafar 'Deus' aqui: «depois seja o que D... quiser!» parece cultural e espiritualmente frígido. A única atenuante é que esteja a seguir o costume judaico de, por profundo respeito e profundo pudor, nunca explicitar a palavra invocadora, mas só sugeri-la, truncando-a: D'us, por exemplo. Se assim for, está perdoada.

Comments

Anonymous said…
Lindo...aconselho todos a lerem o artigo! Temos genio da sexualidade, ou da...imbecilidade, que é mais correcto. Muito bem apanhado, é que quem fala assim até tem vergonha de rasurar tal palavra oculta e provocatória como é o caso de "D....". Impecavel