sexta-feira, outubro 21, 2011

CAVACO, SÓSIA MORAL DE SÓCRATES

Hoje, ao que parece, Vasco Pulido Valente faz justiça ao que muitos, nesta hora em particular, pensamos de Cavaco de forma pungente e aguda: trata-se de um político comprovadamente nefasto para Portugal e para os Portugueses, tão egocêntrico a afagar a merda do seu percurso político e o seu suposto prestígio apagado como o vil Sócrates com a sua calamitosa vaidade, entremeada de incompetência risonha e dano, com que se foi borrifando para o nosso Futuro, tão pressuroso a encalacrar de dívidas todos os interstícios do Estado Português e mais tempo tivera, mais nos fodera. E Cavaco desilude completamente. Exaspera-nos especialmente nesta hora, na esteira da nojeira que foi gerir com as pinças de uma prudência maligna o primeiro mandato e as condições de elegibilidade no segundo. Maldito seja Sócrates! E maldito seja Cavaco, seu sósia moral, está visto: «A eleição do dr. Cavaco para Presidente da República foi uma das maiores desgraças que sucederam a Portugal e aos portugueses desde 2006. Mas foi pior do que uma desgraça. Foi um erro» [...] Mesmo sabendo que Sócrates preparava uma catástrofe sem nome, nunca avisou seriamente os portugueses [...]. Preferiu o silêncio e meia dúzia de frases sibilinas, que não o comprometiam, nem comprometiam a sua bem-aventurada estadia em Belém».[...]«O dr. Cavaco pretende sair limpo desta trapalhada, ou, pelo menos, mais limpo do que o próximo, e não hesita em prejudicar o Governo e o país para esse meritório fim». 

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