segunda-feira, outubro 31, 2011

ODE À CARETA PRÉ-PRESIDIÁRIA DE PAULO CAMPOS

Não percebo que ímpeto terá levado o Governo Passos a promover, na cimeira do Paraguai, os computadores Magalhães, mas provavelmente deverá ser para minimizar os impactos mal explicados da Fundação para as Comunicações Móveis (FCM) antes da devida e higiénica extinção a que os operadores não se deverão opor. Já Sócrates, quando implementou o programa e-escolinha, enterrou de lastro e de Babel um público escolar que mal consegue uma relação satisfatória com gente e com livros, que fará com computadores ultrapassados. Não pode haver mérito onde houve instrumentalização de recurso do Estado e houve extenso e despudorado suborno do eleitorado, através dos filhos do eleitorado, com os efeitos torradeira-valentim que se desejavam em retorno. Daí que os únicos argumentos usados para Passos andar a contaminar-se de mau aspecto vendendo Magalhães aos mexicanos só poderão ser os da pílula amargosa: a empresa que os produz e exporta continua acusada de todo o tipo de trafulhices envolvendo o anterior Governo Sócrates? Continua. Mas conviria que mediante a devida promoção do Magalhães nas cimeiras em que o actual Governo participe essa empresa gradualmente fosse desonerando o erário para que o golpe e o privilégio concedidos acabem por ficar ela por ela, isto se não se colocar, por hipótese, a triste realidade de o Estado Português ter ficado amarrado por um contrato com um privado daqueles mais chulos, mais lesivo dos contribuintes, mais reles, mais ladrões em que o socratismo foi comprovadamente useiro, vezeiro e contumaz, obrigando-o, ao Estado, a mortíferas e proibitivas indemnizações. Para conceber tal possibilidade, basta contemplar a careta esgazeada e pré-presidiária de Paulo Campos. Do mesmo modo, a visita de três dias de Paulo Portas à Venezuela só pode destinar-se a recuperar, a salvar, vá, o mínimo, após absoluta dissipação de recursos quando passou pela cabeça peregrina e dissoluta dos socratistas esperar de Chávez alguma palavra e o cumprimento dela. Continua a não haver eleições nesse País governado por um ditador com quem as pessoas sérias da Direita e do Centro jamais fariam qualquer tipo de negócio, salvo para compor e recuperar merdas deixadas para trás pelo reles socratismo, Esquerda danosa e malcheirosa.

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