quinta-feira, agosto 20, 2009

ASSIS, O ESPANCADO DE FELGUEIRAS

O grande espancado de Felgueiras, Francisco Assis, ressuscita e cumpre serviço bajulador obrigatório ao seu líder nada promissor e inveterado promitente. Em democracia, na flor da democracia, não fica bem a ninguém, muito menos ao Partido do Punho Ocluso e Cioso, mandar calar seja quem for. É preciso reformular o modo e o tom de este PS, o que se passará com uma votação exemplar, já no próximo dia 27 de Setembro. De resto, nunca é de mais lembrar a estes de repente mastins, arremetidos, no furor do seu zelo eleitoral, às canelas de quem passa, que a isenção absoluta é uma Quimera, um Longe Pessoano, e quem no-lo lembrou com amplitude viperina e exemplar foram Soares e Sampaio. Com eles, a isenção absoluta foi no Batalha, mas isso deveria ser compreendido por todos, por Assis, cavaleiro andante sovado-esmurrado em Felgueiras, e por quem lhe incumbiu este veemente ultimato e vozinha de caniche saído das profundas da desaparição política. Note-se que o boliqueimeano Cavaco, que andou boa parte do tempo com o XVII Governo Constitucional na palma das mãos, como árbitro distraído, também tem contas por ajustar com os cidadãos. Tudo a seu tempo: «Francisco Assis desafiou ontem directamente Cavaco Silva a mandar calar os membros da Casa Civil da Presidência da República que têm feito declarações, sob anonimato, levantando suspeitas de haver assessores de Belém a serem vigiados pelo Governo ou PS. Caso contrário, "está posto em causa o princípio da isenção absoluta a que o Presidente da República está obrigado. E o país precisa de um Presidente forte e independente".»

4 comentários:

Anónimo disse...

Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!Manela! Manela! Manela! Manela!

Daniel Santos disse...

Lá tinhas tu de recordar a visita dele a Felgueiras.

Anónimo disse...

Vamos ter eleições, se o PSD ganhar, o Joaquim Santos conseguirá emprego a dar aulas?
Se não conseguir, continuará a atribuir as culpas ao Sócrates?
Veremos pois se é um injustiçado ou um incapaz.
Para ele (Joshua) a sorte grande será a vitória do PS, não perde o tema principal, dizer mal do Governo, e insistirá no seu papel de coitadinho!

Anónimo disse...

Joshuam caga para invejosos e mal fodidos:

«Os ditos e mexericos de que o país se encheu em vésperas de eleições.
O programa do PSD... tanto se tem dito sobre o programa, tamanha é a ânsia de se afiambrarem às propostas... no ano passado, era o "silêncio de Manuela". Um silêncio que fez correr rios de tinta. Este ano, é o programa. Ora, convenhamos que PS se mostra preocupado. As propostas, os autores, a proximidade relativa a Belém ... tudo preocupações que emanam directamente do largo do Rato em direcção à rua S. Caetano...
Nos últimos anos falou-se muito de asfixia democrática: os sindicalistas que foram identificados, a polícia em visita às escolas, as interferências mais ou menos veladas na comunicação social, os dirigentes do PS a queixarem-se na praça pública de sanhas persecutórias... e agora a história do adjunto, uma história um tanto caricata que só ganhou as primeiras páginas porque o PS quer por força tornar Cavaco numa espécie de "Sampaio" do PSD em vésperas de umas legislativas de onde dificilmente sairá um governo maioritário, e dessa forma limitar a intervenção do presidente.»