sábado, agosto 29, 2009

ERECÇÕES TELEFONÍSTICAS DE LINO

É comovedora a preocupação social e laboral com os despedíveis da Groundforce por parte de Lino, precisamente em antecâmera eleitoral. Cada qual, no Ainda-Executivo, quer parecer mais social que o outro e mais pró-laboral, isto é, pró-trabalhadores, ou mediador, ou moderador. E então os telefonemas governamentalescos é que desempatam impasses, anulam a turbulência negocial, se havida, que logo termina, tempestade amainada. Magnífica eficácia do célebre Lino da Nova Alcântara, do TGV, da OTA, do Deserto, do jamais, de Alcochete, títere bonacheirão do Ainda-PM, acompanhando a resiliência do nulo Jaime Silva, anti-agrícola, do nulo Pinto Ribeiro, anti-cultura, do nulo Nunes Correia, invisibilíssimo ambiental. Títeres a toque de caixa do Ainda-PM, mas em breve, se houver juízo, Já-Não-PM e Nunca-Mais-PM: «Mário Lino, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de inauguração do prolongamento a S. Sebastião da linha Vermelha do Metropolitano, disse que foi feito um telefonema do seu ministério para um dos sindicatos que representam o pessoal de terra dos aeroportos portugueses. [...] Na quinta-feira, André Teives, do sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), tinha acusado o ministério de Mário Lino de se ter desinteressado do caso.»

2 comentários:

Maria Ribeiro disse...

Foi flagrante, Joshua! E foi fulminante! O homem é tão burro que nem viu a figuraça que fez, perante os jornalistas e o país.Mas ,sendo ele "um jamé",como todos os de que fala você,neste post, o que se pode esperar daquela carequinha "rica"?
ABRAÇO DE LUSIBERO

Anónimo disse...

É fantástico,mas afinal quem é que decide na TAP,o governo ou o conselho de admnistração? Não posso deixar de me lembrar que tendo como fundamento o argumento da contenção milhares de funcionários públicos foram colocados na (im)obilidade e agora numa empresa falida com um passivo acumulado de mais de 2500 milhões de euros,com um défice de 2008 de 285 milhões de euros, atira-se a contenção às malvas !
Onde está o critério de rigor???