domingo, agosto 30, 2009

CONVIDATIVOS POENTES DO PORTO

Doença. Depresso. Fugir. Saltar como um acto de glória, hino à suprema libertação. Voar por fim. Cessar, mas longe de todas paredes, de todos os muros, de todas a celas. Perto das aves e dos peixes. Longe da alçada dos homens. Cruel vulgaridade incapaz de outro olhar senão o do esterótipo vulgarizador! Chave na ignição. Caridoso automóvel. À ponte mais alta. Acabar.

1 comentário:

www.angeloochoa.net disse...

Já António Nobre, « o Pobre», os cantava... os poentes de sua terra, o Porto...