quarta-feira, setembro 28, 2011

VÍTOR FRÁGIL, FLÁCIDO, FATIGADO

Para além do jogo com o Zenit, começa a avolumar-se o que está a montante dele. Parece óbvio que a pressão que se abate sobre Vítor Pereira, o nosso emblema e as suas exigências, começa a pesar-lhe de mais. A cada dia que passa, a realidade, o medo de falhar, torna-se insuportável, isolando o mister da massa adepta e dos seus jogadores. Por vezes falha-se mais por desgaste próprio [psíquico, anímico] que por qualquer outro motivo exterior. Daí até ao descontrolo na gestão de homens, daí ao avolumar de incompatibilidades e retaliações de balneário ou à cristalização de cismas, vai um eito. Veja-se o tempo que o Vítor perde com Jesus e a trela que lhe dá a propósito de inanidades. Quem vê hoje o treinador do FC Porto vê um homem fatigado, mentalmente talvez no limite. Porquê? Não se percebe. Se assim é, até isso se cura. Suplementos, sais minerais, Fosfoglutina, qualquer coisa que lhe robusteça a energia psíquica, a autoridade, a voz de comando lúcida, esconjure o azar, e nos devolva o que o Vítor começou por ser e por evidenciar. Ainda há tempo, antes que se comece a falar demasiado em Pedro Emanuel, o nome mais ventilado por essas ruas e ruelas que percorro. Agora, um treinador flácido, hesitante, sem voz, derrotado por sistema, sempre que se apanha a vencer não é nem normal nem admissível, ó mister Vítor! 

3 comentários:

Daniel Santos disse...

uma pena. Eu que sou português desde pequenino queria que o Porto tivesse vencido.

Toino disse...

As crises do FCP normalmente coincidem com namoradas novas do Pinto da Costa. Será? :)

Anónimo disse...

Sim, já notei isso. O Vítor Pereira tem que ter muito cuidado com a forma como fala e a sua imagem. Passa a imagem de um treinador "mole" e isso é muito mau.