sexta-feira, setembro 24, 2010

BOJUDO CIO & ARDOR ANAFADO

Em matéria de finanças e boa gestão, nada mais devastador que o Partido Socialista. Providencialmente, as crises internacionais sempre lhes bordejaram as legislaturas, a fim de revelar um bocadinho o que, de outro modo, ficaria inteiramente oculto. Basta a presente tonelagem e calado de Lellos nos Institutos Públicos. Basta a quantidade de gestores públicos Lellos, excedentários e incompetentes, embora politicamente em estado de Cio & Ardor, como o anafado e bojudo Lello, na RTPN. Lello é aqui mera metáfora de uma gulotonaria infinita a par de um gosto trauliteiro assinalável. Gente que nada sofreu até agora, enquanto que, no plano do sofrimento social geral, a procissão portuguesa ainda vai no adro. Politicamente é outra conversa. Ninguém bate o PS no plano da dramatização e da capitalização em seu benefício do favor geral: temos pena dos que choram. E os que choram, se não chorassem, não mamavam. Lágrimas de crocodilo, chantagem, vale tudo. Dir-se-ia que, para conservar poder e vícios nos aspectos supranomeados, vale a pena enforcar mais e mais os portugueses e fazer birra no segundo S. Carlos, o Parlamento: o poder pelo poder é mais doce, as suas benesses inefáveis. Do regougar socialista parlamentar de ontem, escreve João Miranda, resultam estas conclusões: «As contas de 2010 não estão controladas e o governo arrisca-se a falhar a meta do défice. Para atingir a meta do défice de 2011 é preciso aumentar os impostos outra vez. O Partido Socialista não sabe governar sem dinheiro. E precisa de muito dinheiro para governar. Qualquer corte significativo da despesa está fora de causa.» Não pode ser somente o Carlos Abreu Amorim a falar na Despesa que importa abater.

2 comentários:

tempus fugit à pressa disse...

a de 4ªfeira estava mais sintética
José Sócrates, o Tecnotirano, e Pedro Passos Coelho, o Grande Molusco....e assim se vai
pelo menos o Outono está quentinho

O Puma disse...

Cai o pano

não existe pano

o tempo passa