quinta-feira, dezembro 23, 2010

CADÁVERES ESQUISITOS

Estou também aqui com o máximo de prazer, confiança e entrega. Qualquer crítica maliciosa ou canhestra me será espora: farei melhor, andarei mais depressa 
e irei muitíssimo mais longe.

1 comentário:

Anónimo disse...

Tal como na poesia, na literatura, na arquitectura, na pintura e no desenho (e por arrasto subalterno, na fotografia); sobretudo na pintura, que é prática (não forçosamente 'arte') que é o suporte mental e cultural do Ocidente, e que me é absolutamente necessária. Em suma, cadáveres esquisitos por todo o lado!
Na política eles não são 'esquisitos' porque são o corrente e o vulgar: os cadáveres ambulantes, os falantes, os roubantes, os vigilantes, os que estão dentro de armários, os que estão em S. Bento, os que estão "nas sedes", os que estão nas reitorias e nas universidades, e nos observatórios, e nos 'institutos, e nas autarquias; e depositados ou escondidos mais ou menos por toda a parte - salpicando graciosamente a bucólica e miserável paisagem portuguesa. Sócrates é cadáver adiado, zombie, arimaspo, sapo-boi-dos-infernos, porteiro-dantesco e cheira mal; mas usa Armani.

Ass.: Besta Imunda