quinta-feira, dezembro 30, 2010

LULA — A TEORIA DO GOSTOSO

Como eu o compreendo! Lula bem pode ufanar-se de ter sido o que foi enquanto presidente do Brasil. «That's my man!»  exclamou Obama um dia, coisa que foi lida como lisonjeiro elogio sincero tendo em conta o caloroso humanismo daquele. A Europa está completamente desprovida de ideias e não tem senão uma pálida concepção do que seja Uma Saída Clara da Crise a não ser castigar fracos e pobres e esperar que passe. Uma vergonha! Não há um só líder europeu que suscite o respeito de oitenta por cento dos seus concidadãos, como acontece com Lula, tirando por ventura as casas reais nórdicas, cujos Governos há muito que actuam tendo por escopo o efectivo e comprovável Bem Comum, lição que ainda não chegou a Portugal. Mas regressemos a Lula e ao que disse ontem, na Bahia: «Foi gostoso passar pela Presidência da República e terminar o mandato vendo os Estados Unidos em crise, vendo a Europa em crise, vendo o Japão em crise, quando eles sabiam tudo para resolver os problemas da crise brasileira, da crise da Bolívia, da crise da Rússia, da crise do México.» Hence I  rest my case!

1 comentário:

tempus fugit à pressa disse...

Lula foi o presidente dos escândalos, o mogul do petróleo caro e cada vez mais escasso, foi o coronel da cana e da soja
foi o gaúcho dos bifes da McDonalds

contrariamente ao Estado Novo de Getúlio Vargas que só durou 8 anos e que foi totalmente dependente dos americanos

o novo estado de Lula foi o estado que vendeu fiado aos americanos

e tal como a China baseado numa massa de trabalhadores miserável
e numa élite milionária

e tal como a China elevou significativamente o nível de vida dos mais miseráveis

o que é fácil quando há excessos
difícil é fazê-lo quando há défices