segunda-feira, dezembro 27, 2010

PALMIROCA LAROCA ATEIA, MAS NÃO ACENDE

Palmiroca Laroca retruca que eu a insulto [por lhe ter meigamente apodado de Totó e Palmireta?] e regouga que não tenho nada de relevante a dizer, contribuindo para as cuequinhas do debate de que se acha excelsa promotora. Mas a verdade é que, dentre os milhares de comentários meus censurados na Jugular, desde que esse monturo de respaldo PS-governativo surgiu, alguma coisa de meu há-de ter sido minimamente decente. Lembro-lhe isto: por causa de essa censura jugularesca um naturalíssimo desânimo pavloviano instala-se no comentador, mesmo no espírito mais resiliente. Quanto ao ponto do post, a melhor forma de ateísmo é ignorar religiosos e religiões. Não percebo por que encarniçar-se apaixonadamente sobre Papas, católicos, igrejas e não o fazer com filhos da puta da política, corruptos, venais, mentirosos, cabrões, abusadores, seviciadores de sociedades, pedófilos espirituais de nações inteiras: excesso de paixão por excesso de paixão, tal como demasiado desdém por demasiado desdém, sempre obnubilarão o mais importante nesta efémera vida: viver e deixar viver.  

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