sábado, agosto 23, 2008

AS HORAS EXTRA DO CRIME


não sabemos, dado o mau aspecto da coisa, se a criminalidade
aumentará a pressão de número de ocorrências e do seu agravamento tipológico.
O factor dissuasor de um acréscimo de policiais em serviço hoje é duvidoso.
A prevenção do crime faz-se dando eficácia à lei e ao trabalho policial.
Prendem-se indivíduos em flagrante delito.
Os tribunais libertam-nos com medidas de coacção de baixa intensidade.
Voltam a assaltar, a aterrorizar, a pilhar, talvez a causar maior dano e a matar
e voltam novamente a ser presos: eis estupidamente um incentivo dado por Portugal
ao crime e um gasto de recursos e de energia física e psíquica desnecessário.
lkj
A brandura dos ministradores da Lei, pelo menos em tempos como este,
não funciona a bem da segurança de todos, mas são fortes sinais de fraqueza.
As pessoas estranham este surto, este recrudescimento de ocorrências brutais:
tanta gente pacata mandada borda fora do trabalho
e mandada borda fora dos velhos subsídios de desemprego,
agora com apertos e critérios e exigências!
As almas perdem-se. Os corpos cedem.

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