sábado, agosto 23, 2008

SEGREDOS DE UMA AVARIA FATAL


acerca das causas do acidente após aquela pista de Barajas.
A montante do emaranhado de destroços retorcidos e consumidos, o desfecho,
houve uma emaranhado de pequenos nadas de vária ordem
e que só muito gradualmente nos virão parar à leitura e à cabal compreensão.
A paciência de quem perdeu muito em vidas e afectos, essa que tem limites.
Há falhas mecânicas que são afinal completamente humanas. Veremos.
lkj
«As imagens gravadas pelas câmaras de segurança do aeroporto de Barajas
mostram que o motor esquerdo do avião da Spanair não terá explodido no ar,
como inicialmente foi avançado, e terá descolado com fraca potência.
lkj
Segundo o jornal "ABC", que falou com peritos que analisaram as imagens,
o avião levantou voo e uma possível falha de potência no motor direito
quando iam a cerca de 50m de altura fez com que o avião caísse
e fosse arrastado pela pista. Sem o trem de aterragem accionado,
despenhou-se no solo e incendiou-se.
ljj
Também um piloto que aterrava na altura
confirma que não viu o avião incendiar-se no ar. O relato foi tido em conta na altura
pelas autoridades espanholas e é comprovado hoje
depois do visionamento das imagens de vídeo das câmaras de segurança.
lkj
Ainda segundo o jornal "ABC", o aparelho não ia com potência suficiente
na descolagem e o comandante já não foi a tempo de abortar a manobra.
A falta de potência pode ter acontecido por várias razões:
peso a mais, sobreaquecimento, falha do motor,
ou uma avaria mais grave que, em teoria, devia ser detectada na altura da manutenção.
lkj
Depois de problemas na primeira tentativa de descolagem,
o avião despenhou-se na pista 36L, no Terminal 4 no aeroporto de Barajas.
O voo seguia em direcção às Canárias. As caixas negras que contêm informações técnicas
e as conversas no "cockpit" já foram recolhidas,
bem como provas físicas do que sobrou do aparelho.» [Público]

1 comentário:

antonio ganhão disse...

Mais seguro é viajar de combóio... talvez com a excepção da India e da linha do Tua em Portugal.