PAPAGAIO DISSOLUTO
Quem deve, teme. Só quem não deve, não teme. Palavras de circunstância, palavras em desmentido de deduções cristalinas, palavras em negação de supremas evidências, só teriam verdadeiramente peso e efeito em absolutos insuspeitos emissores delas. Não em papagaios dissolutos, ainda por cima em declarações de destemor aparvalhado.
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