domingo, novembro 16, 2008

COSA NOSTRA GOVERNAMENTAL


Faz muito bem Manuela Ferreira Leite em demonstrar, elencar e esquematizar
os processos duvidosos do Governo, dando exemplos e fazendo desenhos.
Eles, os processos, são o que são: nada fiáveis, máfia natural de quem domina e controla,
nada sérios e absolutamente nada credíveis. Muito dinheiro é e será gasto
pelo Governo só para branquear a própria inoperância e oportunismo,
e para assim dourar, nos Media, nas rádios, nas TVs e nos jornais detidos
com desavergonhada e controleira mão de ferro ao pé da qual
todas as tentativas passadas foram amadoras, a pílula com sabor a merda que têm sido
os dossiês calamitosos do momento. Constâncio, por exemplo,
é um grande milagre dentro do conceito de avaliação socialista.
Há meninos intocáveis e estruturas que por mais que tremam
e mostrem o vício do vício ficam sempre em pé.
ljljk
A par de esta voz ocasional de MFL, repleta de gaffes e com os problemas
de fraca audibilidade, acolhimento e acerto já admitidos,
temos a magnífica oposição de Manuel Alegre confirmando o forte carácter,
temos os demais líderes partidários com um bicho ou caruncho qualquer
que a opinião pública não perdoa, e temos alguma da sociedade civil que,
agora que está a ser comprimida contra o chão das dificuldades,
dos desempregos e das misérias e das políticas abrutalhadas,
reage e organiza-se cada vez mais
conforme deveria ter começado a acontecer há muito.
lkj
Pelos corredores de uma maternidade, povoados de africanos,
de ciganos, ucranianos e brasileiros que nos fazem o favor de se cruzarem connosco,
a bem de uma maior esperança demográfica ao já decrépito Portugal,
cada vez mais velho, mais mentalmente medíocre, mais fechado, mais seco,
e dissolvido-desaparecente; em cada assento de Metro ou de autocarro,
cão, gato e passarinho, a voz geral enfim, cochicha o mesmo
sobre a «O diabo da ministra... Não percebo como é que aquilo
ainda não foi embora. Ninguém a grama. Já toda a gente sabe
que eles mentem. Já toda a gente sabe o que eles querem.»
lkj
Portugal, o Portugal residente em Portugal, está a gramar uma dose superior
àquilo que pode suportar e até ao que merece, lembro de repente Zapatero
e o que pensará ele do modo como uns certos cabrões gerem isto.
O Portugal emigrado, esse novamente escapa da corja mais reles
desde que a bufaria e a repressão silenciosa vigoravam por cá na paz do Senhor.

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