segunda-feira, novembro 03, 2008

RANGEL E O DESERTO AO SEU REDOR


Uma coisa são os pronunciamentos de Paulo Rangel,
normalmente bem fundamentados, de boa e arguta argumentação.
Outra coisa bem diversa são as mentes que o acompanham.
E aí, da líder aos demais bonecos, é o deserto.
lkj
A Verdade é um bom mote para o partido de Rangel
sobretudo num tempo marcado por uma prática socratina que
de A a Z consagrou o engodo das reformas, o marketing enganoso das medidas
e a falácia das promessas como procedimentos naturais e toleráveis em política.
Há um biombo da desumanização vigente na educação, chamado Magalhães,
e há uma meta acima de todas as metas, chamada estatísticas.
Antes, durante e depois, o fingimento e a maquilhagem.

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