PRETO, PRETO, PRETO E O HIATO
António Preto tem sido o pretexto perfeito para passes de cinismo na bloga institucional. Há quem tenha se tenha esmerado e armado um pequeno inferno. O julgamento está marcado para dia 27 de Outubro e Preto não está imune à culpa provada. Como remata TMR a fastidiosa questão: «A Assembleia da República decide, caso o possível deputado seja culpado de algum crime, se autoriza ou não a sua detenção. O ónus, no caso de condenação, está no Parlamento. Sem julgamento e sem culpa provada, não é sério condenar a inclusão nas listas (e se for inocente, já pensaram?).» E, sim, a vergonheira do Eurojust, a fuga a quaisquer explicações ou sequer uma audição preliminar ao grande indiciado inglês José Sócrates acerca da matéria freeportiana escandalizam e martirizam incomparavelmente mais Portugal. Não gosto da ideia da inclusão de Antónios Pretos em listas seja do que for de interesse público. Porém, quaisquer virgens recentes cavalgando em demasia essa matéria deveriam regressar ao prostíbulo ético de onde provieram. E quando um Carlos Abreu Amorim aí alça a perna e a cruza, mostrando o joelho roliço sob a saia de folhos e, numa fracção de segundo, aquele célebre hiato sexy à Sharon Stone, pode apanhar com um Carvalho da Silva indignado e em directo a entrar de rompante pelo hiato adentro. Lembras-te, Carlos?!
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