domingo, julho 25, 2010

DA ARTE DE DESPEDIR

«Portugal acha que mais vale falir e despedir toda a gente do que despedir um funcionário. O antigo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, afirmou em tempos que achava a lei laboral equilibrada, porque apesar de ser muito difícil promover o despedimento individual, o despedimento colectivo está facilitado. Brilhante. Um só, nem pensar. Às dúzias, façam favor. A questão do despedimento só poder ser feito com justa causa é um absurdo. Podemos ‘despedir’ o cônjuge, com quem fizemos um contrato para a vida, com um estalar de dedos, mas ficamos casados com o/a empregada até que a reforma nos separe.» jcd

1 comentário:

Anónimo disse...

Não há ninguem que não suspeita-se que esse caso desse em aguas de bacalhau mas o despedimento colectivo do casino estoril com 112 familias na rua e substituidos por precarios e o governo armado em freeport é de levar isto até ás ultimas consequencias desde politicos a jornalista etç quem está por detras disto.