BANCOS: É SALTAR E ASSALTAR!


Depois do celebérrimo assalto à dependência do BES,
a publicidade passiva ao respectivo Banco assumiu foros de ineditismo em Portugal,
com a Dra. Teresa Paiva a elogiar os funcionários,
a fazer sugestões securitárias e a obter respostas,
pelo facto de os seus argumentos acurados colherem:
o Banco providenciou apoio psicológico especializado também para os ex-reféns.
E tudo isto e muito mais deu pica ao negócio bancário
e um mediatismo publicitário sem paralelo inteiramente grátis.
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Mas o País, em matéria de aflições e de assaltos a Bancos mas não apenas a Bancos,
entrou em velocidade de cruzeiro, com os casos a sucederem-se,
com o uso de armas em foco. Entre o bom e o mau uso, lembraremos o último.
Hoje, novo assalto, no Millennium de Odivelas,
foi apenas mais um, parece que sustido a tempo.
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Haverá mais tiros furtivos à voz de comando ministerial?
Teremos mais situações delicadas nem sempre em Directo? Mais detenções teremos?
Ou a rapidez e a eficiência de processos passará a ser uma constante?
Eficiência e rapidez nos assaltos, é claro, porque o resto é questão de prevenção
e de bom funcionamento dos mecanismos de alerta.

Comments

Tiago R Cardoso said…
aguarda-se a chegada dos críticos a dizer que a culpa é do governo.

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