domingo, setembro 21, 2008

MEU PRANAN DE LESTE


longínquo e mavioso
gasela minha rochedo que tocava e minha trémula gota
lkj
Absentismo nulo abobadava a noite e o pato do silêncio
era arfar praia contrito preto no pleito plexo doménico
relega o galar e a coroa raquítica que notória gera acéfala celeuma
meu coração foi escoadouro de defunto prisma e a cisterna
lkj
Para que fora o meu
de pé poste de luz desmaiada
sandália em
musgo de papel, e meu espasmo tua dolência ardorosa
com sono tua civitas em clisteriano desfiladeiro ou sentado observando a semente:
bolha amniótica minha pétala alada pelo cascalho que greta em gás meus pés.
O
tremoço da ronceira anémona gera o felacicídio ou o arame e a rasura coleante
víbora destilando o enólogo por litosférico penso ou atávica compressa
abafa a
glande pelo óbice pelo acne pelo enxofre matricial
com que anelo o megafone e a prelatura.
Só o
mocho desfasa em penas as segóvias e seca a caleira
de senectude meu fratello e teu ganso
seco
antídoto ao que Circe onánico me deu em bafo

1 comentário:

Joaninha disse...

Estou em estado de choque!

BEIJOS