FALHAR A REENTRADA POLÍTICA


Bruno, efabulas sobre o Discurso Futuro e o Futuro da MFL
e sobre o muro de agentes de tratamento da informação,
como se a pobre mulher tivesse a enfrentar um gigante
no fundo seriamente adverso e intransponível.
lkj
Sente-se a delicadeza cirúrgica com que procuras soluções
para superar o enquadramento limitador e faccioso por omissão dos diversos media
após o ansiado sermão do dia 7. Dificilmente, porém,
MFL terá argumentos que apaguem o seu problema da narrativa do silêncio:
a Imprensa, as TVs, as Rádios e OS BLOGGERS, principalmente os BLOGGERS,
talvez não tenham como poupar uma estratégia
só agora em arremedo explicada por Marcelo.
lkj
Se outros líderes no passado também souberam manter
a castidade prolongada da própria língua, certamente não seria o caso
de estarmos na recta final de uma eleição com as favas contadas,
de onde surgirá um governo de coligação PS-BE,
tornando-se Louçã um vice-primeiro ministro
e o PSD dramaticamente residual,
com percentagens de votação confrangedoras de 25% a 30%
e tudo porque nem no tom nem nas opções de fundo
nem no conhecimento profundo dos dossiês,
o PSD terá existido com vigor, liderança e atempadamente.
lkj
Por mim, não auguro nada de bom ou de marcante
da homilía de encerramento de, por sinédoque, Castelo DiVide.
Há um tempo para tudo, já rezava o Eclesiastes,
mas o tempo actual exige marcação directa, política a política,
ministro a ministro, sector a sector,
exige uma verdade e uma frontalidade que décadas de mentiras,
más opções, clientelismo camaleónico PS-PSD,
não mais suportam.

Comments

Anonymous said…
O sibilino silêncio tem uma explicação simples e prosaica ... em Belém o inquilino foi a banhos.
E a aluna sem o mestre aguarda!

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