terça-feira, dezembro 30, 2008

A ALEGRIA DA GUERRA


Há um prazer secreto em desgraças e mortandades próprias da parte das culturas islamizadas de alguns países médio-orientais, excluíndo a Jordânia, e se Israel rejeitou hoje qualquer trégua com os islamistas do Hamas na Faixa de Gaza antes de pararem os disparos palestinianos de morteiros para o seu território, isso significa que Gaza tem os dias contados. Os ataques aéreos desencadeados desde sábado anunciam “longas semanas de acção militar”, significando isto desde logo, além da reedição de morticínios, a inviabilização infraestrutural do território, base a partir da qual uma reocupação poderá ganhar corpo. Certo é que por cada atentado islâmico-radical frustrado na Europa, e são bastantes, seria de esperar outro tanto em indiferença europeia com a sorte de quem a tais crimes se apresta ou culturalmente os fomenta por natureza ideológico-religiosa. Mas o que temos são manifestações inflamadas anti-israel.

6 comentários:

joshua disse...

Mensch (Yiddish: מענטש mentsh, German for human being) means "a person of integrity and honor"[1]. The direct opposite of a Mensch is an Unmensch (meaning: an utterly cruel or evil person). According to Leo Rosten, the Yiddish maven and author of The Joys of Yiddish, mensch is "someone to admire and emulate, someone of noble character. The key to being “a real mensch” is nothing less than character, rectitude, dignity, a sense of what is right, responsible, decorous"[2].

In Yiddish (from which the word has migrated into American English), mensch roughly means "a good person." A "mensch" is a particularly good person, like "a stand-up guy," a person with the qualities one would hope for in a dear friend or trusted colleague. Mentschlekhkeyt (Yiddish: מענטשלעכקייט) are the properties which make one a mensch.

In Modern Israeli Hebrew, the phrase Ben Adam (בן אדם) is used as an exact translation of Mensch. Though it usually means simply "a person" (literally, "son of Adam") in general, it is used to mean "a nice guy" in the same way as mensch. This usage may have developed by analogy with Yiddish or by adaptation from Arabic (from which colloquial Israeli Hebrew takes much vocabulary), in which the cognate construction Bani Adam (بني آدم) has the same meaning. The Arabic parallel suggests that the idiom may be of Semitic origin, and may have migrated from Hebrew to Yiddish rather than the other way around

Anónimo disse...

Ó Josh, hoje não me apetece comentar!

Mas calma, pá, que não me vai faltar apetite ... vou é começar a mandar farpas mais tranquilas e àquela parte quem me apetecer.
A sério ... vou adoptar uma postura tipo, sei lá, em "souplesse" ...

No resto,


Um
PRÓSPERO
ANO
NOVO,
eis
os
meus
votos
para
ti
e
para
os
teus!

Isa disse...

Olá,
Obrigadíssima... atrevéz da sua visita passei a conhecer o teu blog, o que muito me agradou.
Um Feliz 2009 junto aos seus...
E se não for "utópico" dizer, espero em 2009, um pouco mais de PAZ para a humanidade...
Um abraço
Isa

Isa disse...

Com certeza... a poesia é o alimento mais substancial para as nossas almas... com certeza ela sobreviverá!!!
Peço licensa para linkar o teu blog no meu...
Bjs
Isa

antonio ganhão disse...

Sabes que esta tua posição poderá não ser muito popular...

Existe um lado suicida por parte do Hamas, que escolhe um período de transição na administração norte-americana para viabilizar um ataque de Israel. Com o único polícia do mundo a olhar para o lado eu não me metia com Israel que fica com carta branca para fazer o que lhe apetecer...

A Europa? Essa não existe!

Nuno Castelo-Branco disse...

O que me surpreende, é a capacidade dos israelitas em suportar atentados, bombardeamentos diários, apelos à sua destruição. Como é possível não premirem o gatilho mais vezes, isso é o que me espanta!