quarta-feira, dezembro 17, 2008

SOCRATINICE E OS PLAYERS DO COSTUME


É impressão minha ou este é mais um testemunho lancinante* de que, em matéria económica, governar e ter poder tem sido privilegiar sempre os mesmos, os do costume
à mesa cúmplice, os de sempre, um grupo de restritos privilegiados
ou com cartão rosa ou então sem qualquer reconhecimento
e consideração de este Executivo das Migalhas?!
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Será por esta ordem de princípios que o dinheiro também não chega às PMEs?
Por outro lado, atente-se nesta luminosa posta do David:
[«Teixeira dos Santos admitiu que, no limite, o Governo pode vir a retirar as garantias que deu à banca se as instituições não fizerem chegar o crédito às empresas. Acho que “tiradas” destas são do domínio do incrível. Porquê? porque Teixeira dos Santos sabe (melhor que ninguém) que:
i) não retira nada nem nunca. Não retira porque sabe que não o pode fazer e não o pode fazer por razões legais, administrativas, políticas e económicas. Não retira porque sabe que a banca não está a reter o dinheiro nem vai reter o dinheiro nem pode reter o dinheiro;
ii) ao arranjar justificações destas, Teixeira dos Santos trata-nos a todos como se fossemos uns verdadeiros imbecis. Ao fazê-lo revela um desprezo inaudito pela opinião pública;
iii) o que eu suspeito é que a Garantia de 20 mil milhões não seja suficiente mas isso é cedo para avaliar embora as razões que me levaram a escrever, em Outubro, A GARANTIA (I, II, III, IV, V) não se tenham esvanecido ... pelo contrário.
Nota: Teixeira dos Santos sabe que a cedência de liquidez em conjunturas como a presente exige aos actores responsáveis um aperto apreciável na malha do “crivo”.
ACTUALIZAÇÃO: O Banco Espírito Santo (BES) disse, que não comenta a intenção de Teixeira dos Santos. Mas um alto responsável do BES, Rui Mota Guedes, disse que o ministro não tem condições para concretizar ameaça. Disse que está a fazer “bluff”.»]
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David Oliveira in Pleitos, Apostilas e Comentários
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*«Fundada por Luís Rocha há mais de 20 anos, a Energie investiu em 2007 três milhões de euros na construção de uma nova fábrica, com 3.000 metros quadrados, na zona industrial da Póvoa de Varzim, de forma a responder ao crescimento nos mercados nacional e internacional. O plano de investimento da empresa prevê ainda a construção, até final de 2009, de uma segunda fase que aumentará a nave industrial para o dobro, tornando-a no "maior complexo industrial do mundo de produção de energia solar".
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Com capital 100 por cento português, a Energie diz ser a única empresa no mundo a fabricar painéis solares termodinâmicos, já que é detentora exclusiva da patente deste tipo de sistema. Os painéis termodinâmicos produzidos têm aplicações no domínio do aquecimento central, águas quentes sanitárias, climatização de piscinas e aquecimento de águas de grande volume, tendo como particularidade conseguirem superar as limitações causadas pela ausência de sol e elevarem a temperatura da água "mesmo nos dias de chuva e nos períodos nocturnos, 24 horas por dia".
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Depois de ter iniciado, há dois anos, o processo de internacionalização, a Energie exporta actualmente 40 por cento da produção para toda a Europa, EUA e América do Sul, tendo em Espanha o seu principal mercado. Com uma facturação na ordem dos sete milhões de euros, a Energie propõe-se duplicar a produção e as vendas até 2012, para mais de 15 milhões de euros.»

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