quinta-feira, dezembro 11, 2008

PORTUGAL SENTENCIADO DE MORTE


Os números amestrados que Sócrates quer apresentar no exterior,
elementos formais e artificiais que se têm sobreposto às pessoas como prioridade,
e deseja apresentar depois como trunfos falsos eleitorais
têm-nos custado sangue, lágrimas e miséria.
Cada vez que anuncia a excepcionalidade de Portugal, como o único País,
está a delirar. Tudo, dizer tudo, mentir a todo o gás vale tudo!
lkj
Os diagnósticos mais prudentes e verdadeiros dão um mau prognóstico
à situação futura do país, com um abismo endividatório
e com uma massa enorme de pobres e de excluídos.
lkj
A menos que possamos reagir de alguma forma e inverter esta condenação à morte,
esta miséria galopante e esta fatalidade de desgraça nacional, realidade
para cuja obviação está o Governo a cavalgar uma Mentira Medonha,
e a penalizar, a esbulhar professores e outras classes, não há muita margem
de escape. Quando o rectângulo bater no fundo do fundo, nas mãos incompetentes
de estes pseudo-socialistas, vão vender-nos/entregar-nos apressadamente a Espanha
por uma bagatela como se Portugal fosse uma quinta e um equívoco,
e depois lavar as mãos gordas com que vão cevando de impostos abusivos
e de políticas imorais e incorrectas e sobretudo da participação
nas mega-empresas a cujo serviço se colocaram e continuarão a colocar-se.
ljl
Não acordem, não.

3 comentários:

Anónimo disse...

Mas esperem lá, isto não é tudo resultado da esperteza saloia dum povo que vota em idiotas, só para lhes chantagear/mendigar um tacho para os filhos inúteis?

Este não será um povo que eternamente "não se governa nem se deixa governar"?

Lá fora, somos capazes de tudo; Cá invejamos as roupinhas do vizinho...

quink644 disse...

Os porcos quando estão cevados devem ser mortos.

(c) P.A.S. Pedro Almeida Sande disse...

Caro Rex

Por configurar uma manifesta injustiça e atropelo aos cidadões e contribuintes venho solicitar-lhe seja feita divulgação desta flagrante injustoça que perpassa pelo site da FERVE.


11 Dezembro 2008
Caça à multa aos trabalhadores a recibos verdes
A Direcção Geral de Contribuições e Impostos (DGCI) iniciou uma caça à multa aos/às trabalhadores/as a recibos verdes!

Estão a ser notificadas todas as pessoas que trabalham a recibos verdes e cobram IVA, para efectuarem o pagamento de coimas devido ao facto de não terem entregue a declaração anual do IVA.

A necessidade de entrega desta declaração anual é desconhecida da grande maioria dos/as trabalhadores/as a recibos verdes e, mais importante que isso, replica toda a informação que é entregue trimestralmente, na declaração trimestral do IVA.

Acresce a este facto que as pessoas estão agora a ser notificadas para pagarem as coimas referentes à não entrega da declaração anual no ano de 2006 e 2007. Assim, parece lícito questionar porque motivo não foram notificadas no final de 2006, evitando assim o pagamento de duas multas, de cerca de 124 euros cada uma!

Existe cerca de 1 milhão de trabalhadores/as a recibos verdes, em Portugal. Se assumirmos que 500 mil não entregaram as declarações anuais, estamos a falar de muitos e muitos milhões de Euros a entrarem para os cofres do Estado, devido à não entrega de uma declaração cuja pertinência é, no mínimo, muito questionável!

Podem consultar a vossa situação no site da DGCI (http://www.e-financas.gov.pt/de/jsp-dgci/main.jsp ) seleccionando ‘contribuintes’, depois ‘consultar’ e, por fim, ‘infracções fiscais’.


ACTUALIZAÇÃO (11/12/2008 às 23h50)

1. Ao longo do dia de hoje, muitas pessoas receberam cartas não registadas solicitando o pagamento da multa pela não entrega da declaração anual do IVA, cujo prazo de pagamento termina também hoje, dia 11 de Dezembro de 2008;

2. Cerca das 22h00, desapareceram do sítio da DGCI na Internet os documentos que indicavam a existência de dívida;

3. Foi sugerido, em algumas repartições de finanças, que fosse submetida a declaração anual ‘online’ e que esse comprovativo fosse enviado ao/à respectivo/a chefe da repartição de finanças, acompanhado de uma carta, solicitando a anulação da coima;

4. O sítio da DGCI não permite a entrega da declaração anual referente aos anos de 2006 e 2007.