quinta-feira, dezembro 11, 2008

PAÍS PROIBIDO


Poder de compra é apenas um só lado do bizarro polígno de perdas
que vitimam os portugueses. Um Povo traído pela gula sôfrega
que acometeu as elites dirigentes, políticos-empresários e empresários políticos,
incompetência e irresponsabilidade ditam um estado de coisas
que me faz pobre e faz pobre quase todos os demais, sem vez e sem lugar,
e cuja impaciência degenera e se agrava. Aos olhos das pessoas,
justificadamente cansadas do abuso, Portugal é um país proibido e proibitivo,
de verdade e justiça sonegadas, onde uma revolta feroz se engendra.
lkj
Aninha-se-víbora na consciência do português comum mais fino
a convicção de que o devoram vivo e visam destruí-lo
estes promíscuos cínicos da plutocracia com a alta política.

2 comentários:

Anónimo disse...

E a Grécia aqui tão perto..........o que será precso para que este país acorde?? AH já me esquecia, isto tudo é culpa dos professores.

(c) P.A.S. Pedro Almeida Sande disse...

Hoje, através dos precários inflexíveis, essa mol imensa de mais de um milhão de profissionais liberais (ou de falsos profissionais liberais atirados para ela porque apenas o que lhe oferecem como opção de sobreviver ou emigrar), um grande maioria com formação superior, atirados para situações precárias por um governo mentiroso e criminoso na actuação, recebemos todos a boa notícia e prenda de natal!

Depois de fazermos certinho a nossa entrega obrigatória declarativa pela net do Iva trimestral, esse refúgio de ali-bábás que dá pelo nome de DGCI (agora com um complemento incrível de cenouras para além do vencimento normal) possivelmente com o patrocínio do excelso e inteligente ministro das finanças, descobriu mais uma excelente maneira de "matar" à fome e desesperar mais um pouquinho algumas gerações (porque isto afecta já algumas gerações, não apenas os mais novos!) de não alinhados (do excelso repasto da mesa do orçamento e da defesa a todo o custo das excelsas reformas) inventando uma declaração consolidada das declarações entregues trimestralmente para pedir mais 124€ x 2 a cada um dos pobres coitados.

Já não bastando haver cada vez mais Portugueses a terem de aceitar para sobreviver a fraude dos recibos verdes, a DGCI resolve "eticamente" locupletar-se já não com verbas provenientes de fugas ao fisco, mas coimas de falta de informações, de informações que já tem em seu poder (idiotas por duplicadas).

Se o combate à fuga ao fisco todos compreendemos e aplaudimos, este vale tudo para roubar (possivelmente porque engorda alguns milhares de peões que recebem agora duplamente complementos de "produtividade" burocrática), porque isto é roubo (não tem outro nome), está a matar Portugal, atinjindo cada vez mais gente capaz e honesta que começa a pensar se não aplaudirá uma qualquer revolução e se mexerá um dedo para defender uma inexistente e falseada liberdade!