domingo, agosto 15, 2010

CANAS, O RATO

Há anos de mais temos de apanhar o Canas comentador ou o Canas porta-voz, para não falar no Canas acumulador de tachos e tarefas. Faz mal ao fígado ter de ouvir e ver as aparições disto. Tanto mais que este PS abominável não é capaz de dizer uma coisa simples para a qual foi aliás interpelado: sim, vamos baixar a despesa e acabar com o desperdício clientelar e a gastadoria desenfreada. Não. Aparece um Canas em nome da tribo sôfrega e devorista. Lá vem ela, através dele, tresler e a tresmalhar discursos para agitar o papão da crise política com a não aprovação do Orçamento do Estado para 2011. Pior que a crise económica e uma putativa crise política assim aberta pela recusa de um Estado Despesista, jogador inveterado, é a crise moral chamada PS, um partido putrescente, basta pensar que para sentirmos o Ministro da Justiça seria necessário que ele existisse de facto, o que não acontece. Abrir de uma vez por todas uma ruptura com semelhante maligna imoralidade e semelhante incúria política, seria o derradeiro gesto patriótico, coisa para a qual ninguém mostra por enquanto nem coragem nem lucidez.

2 comentários:

Anónimo disse...

-«Não interessa quem é Rei. Interessa que haja alguém que não esteja sujeito ao poder corruptor do dinheiro, alguém que possa resistir a todas as tentativas de suborno por parte da oligarquia. O Marquês de Penalva afirmava, em finais do século XVIII, que o Rei era diferente para que todos os outros pudessem ser iguais. A República pode parecer mais democrática do que a Monarquia, mas a República está condenada a ver a democracia transformada em oligarquia, e a Monarquia não. De forma algo surpreendente, uma instituição não-democrática pode ser a melhor garantia de defesa da democracia. Vai contra tudo o que nos habituámos a defender, mas faz sentido...».

floribundus disse...

alguém escreveu
«errar é o mano»

«manicómio em auto-gestão»