terça-feira, agosto 17, 2010

DESPESA FORNICATION

Há novos sinais de que obscenamente o Governo corta onde não pode nem deve para continuar a gastar à tripa-forra onde nem precisa, nem pode nem deve. Assessorias, Observatórios, Institutos e Fundações, são buracos negros insaciáveis por onde se escoa cada vez mais o grosso da despesa pública e para quê? Para bater nos Professores, distraindo com isso a Opinião Pública, e cevar a Clientela, colocando mais Clientela. Para bater nos Enfermeiros, distraindo com isso a Opinião Pública, e cevar a Clientela, colocando mais Clientela. Para perseguir Juízes, entretendo a Opinião Pública com isso, e cevar a Clientela, alargando o número dos pagos para serem inúteis, silenciosos e apaixonantes apoiantes do PS-Governo-"Estado" à custa do mesmo Estado. Soluções? Onerar brutalmente com mais Fisco os cidadãos-gado manipulável e manso: várias alterações ao Orçamento do Estado para 2010, publicadas ontem em Diário da República, dão conta de um aumento de 546 milhões de euros na despesa pública orçamentada para este ano. Deste montante, 94,6 milhões são acrescentados aos serviços que dependem directamente dos ministros. Os restantes 451,5 milhões surgem inscritos nos mapas de despesa dos serviços e fundos autónomos (na sua maioria, institutos públicos). E estamos conversados sobre coragem, exemplo, probidade no exercício da governação. Tantos gastos acrescidos. Resultados objectivos? Zero. Os Portugueses não perdoarão a floresta de enganos em que o devorismo PS coloca o País todos os dias.

2 comentários:

Anónimo disse...

ASQUEROSOS!!!!!!
CHULAM os contribuintes com aumento de carga fiscal e todo tipo de impostos, para que os INCOMPETENTES DESGOVERNANTES VIVAM E GASTE A GRANDE!!!!!!! E querem estes filhos da PU** que o "povo" se mobilize e "puxe" pelo pais (de MERD*)!!! Estamos fatalmente condenados a morrer pobres para susntentar a CORJA DE ASNOS POLITICOS IDIOTAS IMBECIS. Que sina?!?!?!?

Anónimo disse...

(des)governo
Eu também vou seguir o exemplo do governo e gastar mais do que o previsto, por isso o dinheiro nao vai chegar para reduzir a minha dívida ao Estado. e se fosse mesmo assim? que belo exemplo dá este (des)governo