ENFRENTAR DE COSTAS
Nem pessimismo nem irrealismo. O País, só há um mês a sentir o peso de uma fiscalidade brutal e em tendência descendente e negativa, está cansado do número confiante de José Sócrates: está gasto e mina a capacidade decisória de cidadãos e investidores. Por isso urge uma palavra honesta, decente e verdadeira, por uma vez, do primeiro-ministro. A segunda metade do ano vai doer ainda mais. Se os aumentos de impostos que foram decretados entraram em vigor na sua esmagadora maioria no início de Julho, sinceramente, o que é que temos pela frente, José?! Por que insistes em enfrentar todos os problemas de costas e contra as gentes que representas, na medida em que te mostras incapaz de sereno realismo e decente sinceridade?!

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