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quinta-feira, julho 25, 2013

TÃO BOM NÃO SABER NADA

«Desde que o engº Henrique Gomes bateu com a porta por causa das negociatas multimilionárias com os patrões (actuais e futuros) dos oportunistas pusilânimes que nos governam (foi assim que v. Gaspar os caracterizou lapidarmente na carta) que se tornou claro para quem tenha ouvido com atenção o professor Paulo Pinho («Olhos nos olhos», c/ Medina Carreira há uns tempos) que A. S. Pereira tinha a cabeça a prémio. Tanto Henrique Gomes como A. S. Pereira podem dar-se ao luxo de imunidade ao tráfico de influências: ambos têm currículos inatacáveis e emprego por direito próprio (Henrique Gomes está já reformado). No entanto, o apparatchik agora respponsável pela Energia, cujo currículo é uma mera soma de 2 lugares de favor, ainda não há muitos meses andava a bater à porta das empresas do sector eléctrico em busca de um lugarzinho de estagiário enquanto o secretário de estado da energia fez a carreira às costas do pai que é, nada mais nada menos, que o homem de mão de Fernando Ruas (Mexia rules). Às vezes seria tão bom não saber nada...» Anónimo

domingo, julho 14, 2013

O PS É MUITO MAIS QUE O PAÍS

«O PS não deve nada a ninguém. Não deve nada a este Governo, cuja primeira medida foi afastar o PS de todos os ajustamentos feitos ao memorando. Não deve nada a este Presidente, que desde o primeiro mandato não tem feito outra coisa senão censurar e promover a censura do PS. Não deve nada aos partidos à sua esquerda, que se uniram à direita para provocar a queda do anterior governo, sendo co-responsáveis pela existência do actual. E não deve nada a este povo, um povo ingénuo e imbecil, que persiste em viver ao sabor dos engodos da retórica, que persiste no facilitismo da maledicência e numa incapacidade de diferenciar entre a virtude corajosa e as vulgaridades ideológicas. Vivemos numa democracia que decidiu eleger este governo, porventura um dos actos mais arriscados alguma vez tomados por um povo livre. Não faltaram avisos sobre as consequências catastróficas dessa opção. Pois bem, quem arrisca habilita-se a levar, e quando leva é merecido, porque arriscou. Posto isto, o nível de contribuição que o PS devia oferecer é zero. Rigorosamente zero. Se o que nos espera é o caos, a falência do estado, um segundo resgate, a saída do euro e o regresso ao 3o mundo, é bem feito e que assim seja. O PS não deve nada a ninguem, cada um tem aquilo que merece.» Um Imbecil Socialista Qualquer

quarta-feira, julho 03, 2013

A NÁUSEA

«... espero que o CDS desapareça, só para Portas desaparecer também. Claro que o Passos não é um espectaculo, longe disso mesmo. Mas estas manobras politicas só para tirar proveito próprio no futuro comprometendo o presente dá-me uma náusea das grandes. Infelizmente, o mais provavel próximo governo deve ser o Seguro e o Portas, a nossa segurança é que a Troika ainda está para ficar e depois disto, ainda vai ser em modo mais duro a receita da Troika.» David Seraos

quarta-feira, abril 10, 2013

A BOCHECHA FATAL

Infelizmente, Mário Soares
é o Lado Negro da Força.
«Foi pena que os incompetentes do PS nunca tivessem governado o País como ela governou, com sentido de Estado, tomando as medidas necessárias e oportunas, sem o engodo de ganhar eleições, foi dura mas coerente. Enfim era Inglesa que não tinha nada a ver com os incompetentes e oportunistas dos Chulos dos Políticos Portugueses. Vale mais um político Inglês que todos os políticos Portugueses, pacóvios e labregos que invadiram a política nacional, com base na ambição pessoal, no enriquecimento ilícito e rápido, e que contribuíram para que as pessoas de bem deste País se afastassem da política para não serem confundidos com a ladroagem e mafia que dominam a política nacional, e o PS está cheio deles.» Anónimo

segunda-feira, dezembro 03, 2012

O CLAMOR DAS PEDRAS

«Estes "democratas" de pacotilha, em vez de assumirem atitudes farisaicas, podiam e deviam em primeiro lugar abdicar dos seus pingues privilégios, que são como toda a gente sabe um insulto à inteligência das pessoas. Quanto ao "pai da pátria", continua a sua cruzada nojenta esquecendo-se das patifarias que realizou ao longo dos seus reinados nesta "democracia" de trampa. Se este Governo, quanto a mim cheio de incompetentes, é criticável, não nos poderemos jamais esquecer que os que lhe antecederam foram autênticos criminosos. Não foram julgados na justiça, mas o povo português sabe muito bem porquê.» S. Guimarães

terça-feira, novembro 27, 2012

O «PARVALHÃO»

«Quer dizer coisas que angariem votos que nem pensa naquilo que diz. Os Estados Unidos, para não falar de outros, com a crise do subprime ficaram com toda a certeza mais pobres. Aliás, até há estatísticas que aferem o quanto cada norte americano perdeu com a crise. Poder-se-á dizer que ainda não saíram da crise. Bem sei que certos países caso não cresçam aqueles tanto por cento, podem ser considerados como estando em crise. Exemplo? A China. Mas para mim crescimento não é crise! A depressão dos anos 20 nos states não tornaram os states mais pobres? A crise na Argentina, no imediato, não tornou a Argentina mais pobre? Sinceramente. O Parvalhão tem que ser entusiasmado a dizer quais os países que saíram da crise sem que no imediato não tivessem ficado mais pobres! Tenho dificuldade em lidar com gente populista que atira umas bujardas para o ar só para apanhar ignorantes. Esta jeba não tem aspiração a mais? Não tem essa ambição?» Anónimo

sábado, julho 07, 2012

TIVE DE CENSURAR ESTE

... comentário anónimo algo malévolo, mas que não deixa de ser brutalmente genial: «... tu morreres, que se foda, tenho pena é das tuas filhas.»

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

NÃO PODEM SER SÓ ALGUNS, POUQUINHOS?!

O ódio irracional ao mensageiro [jornalista, blogger, etc.] e o ódio ao soldado ocidental unem misteriosamente a esquerdalhada, os mal fodidos do anonimato eterno por aqui e por ali, sempre ressabiados e sempre inexistentes, e os taliban afegãos. Bastou o acto irreflectido de incendiar por engano uma pouca de livros corânicos e já se reclama «a morte de todos os soldados estrangeiros no Afeganistão». Não podem ser só alguns pouquinhos?!

quarta-feira, dezembro 21, 2011

CONTRA A RETÓRICA COITADINHA

«Curioso como se olha para um caso e se tende generalizar ou a culpar tudo o que não sejamos nós. Comecei a trabalhar em 1989. Ainda na faculdade deitei a mão a um estágio numa área que nada tinha a ver com a minha formação. Aprendi. Recebia uma verdadeira miséria, mas pelo menos ajudava o meu pai nas despesas que suportava para me ter a estudar em Lisboa. Comecei a achar que podia fazer mais algum dinheiro com o que sabia. Assim foi. Estive a recibo verde durante dois ou três anos. A levar calotes. Fui notado e fui trabalhar para outra empresa por uma miséria. Mas não levava calotes. O curso começou a sofrer. Não o acabei. Mas aprendi o suficiente para ser notado por uma multinacional. Fui trabalhar para essa empresa 3 meses depois de ter casado. 9 meses depois veio o 1º filho. Passámos necessidades. Muitos meses o dinheiro chegava para o essencial. Mas aprendi mais. O meu salário melhorou um pouco. Em 9 anos passei a ser reconhecido como uma autoridade na minha área. Fui convidado para outra empresa multinacional. Por muito mais salário. A minha mulher também progrediu na carreira. Veio o segundo filho. Durante 3 anos esteve longe da família. Eu fiquei com o mais velho, ela com a mais nova. 400Km, 500Km 140KM. Ora ficava mais longe ora ficava mais perto. Víamo-nos de 15 em 15 dias. Veio a necessidade e uma casa maior. O dinheiro já nos permitia poupar alguma coisa. Mudei de novo de empresa com uma melhoria salarial. O meu tempo é vendido caro e os clientes não o dão por inútil. Não fiz crédito ao consumo e comprei uma TV de LCD quando elas ficaram baratas. Não contrato pintores para pintar a casa. Pinto-a eu. Gasto uma parte do que tenho. Não o que não tenho. Pago impostos por mim e para que os outros tenham algo mais. Porque também pago o seguro de saúde e a escola dos filhos. Sai-me do pelo. Não tenho a licenciatura e trabalho há 22 anos. Estou casado há 20 anos e feliz. Tenho um filho que entrou para o curso que quis. Sempre foi bom aluno e sempre foi apoiado por nós. Tenho uma filha que vai pelo mesmo caminho. Há muito tempo que lhes digo que considerem trabalhar no estrangeiro. Para se valorizar. Sou bom no que faço e não sou eu que o digo. Chegam-me licenciados sem capacidade para eu orientar, sem chispa, com ambição mas sem esforço. Só ambição. Mas chegam cheios de si com um diploma de merda. Com um mestrado em merda nenhuma. Eu sou o mau. Eu nem tenho uma licenciatura. Eles são os coitadinhos. Eles acham que por terem uma licenciatura têm direito a ganhar o mesmo que eu. Não sabem falar, não sabem escrever. Olhamos para os olhos e vemos bem lá no fundo a merda dum iPhone 4S e dum iPad 2 no meio dum deserto. Se me visse sem emprego cá, iria imediatamente para fora. As minhas capacidades são pretendidas em todo o lado e pagam bem. Não tenho 25 anos não tenho medo de aprender nem tenho medo de sacrifícios. Já os fiz. O que eu não faria era ficar a lamentar-me por ser um desgraçadinho sem tentar tudo por tudo para ter uma vida decente. Feitios... As escolhas que fazemos determinam como somos e em grande medida como é a nossa vida. Eu terei feito muitas escolhas certas. Será isso?» Anónimo

segunda-feira, novembro 28, 2011

GALOPE CAVALAR DO GRANDE UNICÓRNIO BRANCO

Não escondo, nunca escondi, o que de Marinho e Pinto penso. Ele, como todos nós, tem horas. Mas o tom predominante é a irascibilidade e o tiro de pólvora seca. Hoje, o JN traz Marinho e logo com um título auspicioso e bloguesco Latrinas da Democracia, título infeliz, desde logo, ao induzir a ideia de que  democracia ter latrinas é pejorativo. Não é. É graças àquilo a que Marinho chama latrinas que a nossa democracia permanece à tona, apesar da inoperância amarela, da injustiça sistémica, e da covardia inconsequente e sequestrada do Poder Judicial pelo Poder Político em Portugal. Recorde-se a Marinho ser precisamente nosso problema essa escassez de latrinas na nossa escanzelada democracia para que se possa lavar e purgar. Ora, nesse artigo, entre os elogios à democracia e à liberdade de expressão, há em Marinho um problema de falta de encaixe. Custa-lhe que a nossa liberdade de o criticarmos no fundo se exerça, assim como a liberdade de divulgarmos compararmos comportamentos e factos. O problema da liberdade de expressão para Marinho é quando ela possa ser exercida de forma abusiva pelos outros contra si, mas não por si contra os outros. Basta lê-lo a transcorrer todos os limites visando Manuel António Pina e a ministra Paula Teixeira da Cruz, mas depois gritar aqui-d'el-rei perante as caixas de comentários de blogues e das edições online de órgãos de informação porque lhe não perdoam certas tendências, certa forma de claudicar na isenção e na independência. É como se Marinho e Pinto na opinião do próprio Marinho e Pinto nunca bolçasse toda a espécie de indignidades e ofensas contra outras pessoas e só as outras pessoas bolçassem iniquidades e ofensas contra si. Nada mais longe da verdade. O anonimato português defende-se de óbvias formas de represália num País com escasso emprego e se Marinho se queixa só prova que não tem mais que fazer senão atender ao que escrevam irrelevantes anónimos sem rosto. Do que, conclui-se, em razão do próprio narcisismo, Marinho só tem olhos para o que se vai escrevendo de si e contra si no Verbo Jurídico chamado In Verbis. Repare-se na forma como Marinho, cego de paixão pois notoriamente passional a adjectivar, apoda gente invisível, nula e irrelevante de «súcias de cobardes (eles conhecem-se uns aos outros e actuam em bando), predominantemente constituídas por magistrados e advogados, têm como passatempo preferido difamar as mais diversas pessoas, sobretudo eu próprio.» Mas será que Marinho não percebe que ler o que se pense e escreva sobre si é que é indevidamente passatempo preferido e é que está mal?! Repare-se como o Bastonário abre o Odre de Adjectivos e aí vai disto, novamente TIR sem travões, figura de Quijote com silhueta de Sancho Pança, contra os moinhos de vento dos blogues e dos comentaristas. É doloroso constatar o que Marinho, havendo tanto para fazer, garatuja: «Aí tenho sido alvo dos piores insultos e calúnias, algumas das quais logo são postas a circular na Internet com o intuito óbvio de ampliar a sua danosidade moral.», quando qualquer de nós não tinha reparado que o Bastonário era, por assim dizer, um S. Sebastião da crítica, cravejado de setas. O que é notável, sim, é o modo como ele nunca deixa ninguém sem resposta, embora diga o contrário: «Habitualmente não respondo a insultos, sejam anónimos, sejam os de jornalistas a soldo dos poderes que publicamente critico. Porém, a última boçalidade gerada no "In Verbis" é um texto onde me são imputados factos monstruosamente falsos. Porque se trata de factos, aqui fica o desmentido.» E lá se dedica, coitado, a desmentir coisas sem qualquer interesse comparadas com a sua amizade e parcialidade perante um consulado tão danoso e negrejante para Portugal como o socratista, coisa aliás, a única, que eu, nada anónimo, lhe não posso perdoar. Mas Marinho, que não insulta ninguém e faz um uso exemplar da sua liberdade de expressão, só poderia terminar em beleza: «Espero que o crápula autor das calúnias (ou qualquer outra pessoa) prove publicamente o contrário deste desmentido.» Como se alguém estivesse interessado em fazer o que ele vem fazendo contra aquela mulher proba de nome Paula Teixeira da Cruz. Não poderei concluir a minha análise e comentário a esse artigo de Marinho no JN sem sublinhar a sua nota final. Utópica, macerada e intransitável precisamente devido ao pendor partidarizante de advogados-dados-ao-estrelato, como Marinho, dados ao espavento e inconsequentes, como Marinho, não há nada a esperar da cidadania comutativa de Marinho: «Por mim, acredito que um dia palcos de boçalidade como o "In Verbis" se transformarão em espaços de cidadania onde, como nas velhas ágoras helénicas, Homens com nome e com cara debatam em liberdade, sem medos, sem preconceitos e, sobretudo, com dignidade tudo o que acharem importante para a vida da Polis.» Como certas figuras míticas e intangíveis, Marinho está para o debate e a clarificação seja do que for como o Unicórnio e o Pégaso estão para os desportos equestres. Não posso aplaudi-lo.

domingo, novembro 20, 2011

À LUZ DOS HOLOFOTES

«A detenção de Duarte Lima ocorreu com estrondo mediático. Ao lado da Policia Judiciária avançaram os jornalistas, as televisões. Agastado o procurador-geral fez mais uma vez a figura do costume. É sempre o último a saber. Ou faz de conta que é, mas isso pouco importa para o caso agora. O importante é pensarmos porque foi preciso tanto estrondo para deter um indivíduo que nem sequer pode fugir do país uma vez que pende sobre ele um mandado de captura internacional. Vale a pena pensar porque se deram as televisões ao cuidado de ir investigar e entrevistar até uns presumíveis lesados que o fisco tem à perna por causa de umas vendas de terrenos ali para os lados de Oeiras. Ficaram agora com pena dos herdeiros de Mota Franco a quem a empresa fantasma de Duarte Lima e companhia enrolou atirando para cima deles mais-valias que nunca mais acabam quando aquela gente nem cheirou o dinheiro? Não. Não é certamente por causa dos lesados. A razão só pode ser uma. Mostrar que a Justiça Portuguesa também persegue os homens de colarinho branco do BPN (Banco Português de Negócios). Nada mais falso. Os grandes responsáveis como Dias Loureiro por exemplo e seus amigos do PSD continuam incólumes e vão continuar. Mas afinal que interessa isso? Os portugueses já estão a pagar os prejuízos. É essa a parte importante. Bem pode o Estado esforçar-se agora por mostrar que tem mão dura. Não tem. Montou apenas uma operação mediática para impressionar o pagode que está a pagar a factura das trafulhices de meia dúzia. Quando os portugueses se recusarem fazer sacrifícios para pagar as trafulhices dessa meia dúzia então aí se calhar o Estado irá tomar outras medidas. Nessa altura não vai bastar deter um salafrário à luz dos holofotes.» CC

domingo, outubro 23, 2011

NOVAS ACERCA DO "MONSTRO"

«Atacar o monstro é atacar a pouca produtividade no trabalho e o querer ter mais direitos que deveres; é atacar o vício de viver além das possibilidades e não ter vergonha de pagar o que se deve. É atacar o amiguismo, o nepotismo, a cunha... O petit Bloco é sempre muito generoso com aquilo que não é dele! São irmãos da cigarra palradora e odeiam a formiguita trabalhadora...» João Lopes

sábado, outubro 08, 2011

«LAIVOS DE MEGALOMANIA MESSIÂNICA»

Uma das coisas que amigos dissidentes do socratismo me diziam era que nem me passava pela cabeça o quanto os assessores socratistas temiam bloggers como eu. Avisaram-me igualmente que nunca imaginaria a mossa que lhes infligia. Foram sendo moções e combates, desde as minhas vísceras, pelos quais fui expondo os perigos, abusos e vícios do propagandesco pelo propagandesco estéril ao longo daqueles seis anos de vómito. Daí até à informação acumulada pelo SIS-de-Bolso-Socratista sobre este blogue, a seguir escarrada por um anónimo no Supositório B, o mais socratista entre os viúvos e órfãos socratistas? Um passinho. Sobre mim recolham toda a informação que quiserem, ainda que imaginária e certamente hilariante. "Não sou nada, nunca serei nada', fora isso, tenho todos os sonhos do mundo": «Este dinossauro vira-lata, o rex, anda há anos a latir pela blogosfera. Pormenor clínico, tem um blogue bilioso alcatifado a jesus cristo. É sinal de auto-comiseração neurótica, com laivos de megalomania messiânica, patente nos nomes que se atribui: rex, joshua, etc. A vida parece que lhe corre mal, o dinheiro não chega para as fraldas, mas até 2011 tinha bons álibis e um bode expiatório de primeira, o Sócrates. E agora? O Relvas ou o patrão Cavaco não querem lá um palavrossáurio?» Sapo Cocas

sexta-feira, junho 03, 2011

JORNALISMO EXCREMENTÍCIO

«Como acontece com a minha classificação do socialismo, também no jornalismo descortino três tipos bem distintos: o verdadeiro jornalismo, quase diria puro, se tal pode ter existência possível, exercido por gente que para ele nasceu, sabedora, honesta, com a indispensável cultura, com a preparação e somatório de conhecimentos proporcionadores de trabalho aceitável e merecedor do maior acolhimento; o jornalismo exercido por quem veio para ele apenas como alternativa de qualquer outra actividade, sem a indispensável preparação que exige, sem a tão apreciada verticalidade, falhos as mais das vezes da experiência necessária e de conduta escrupulosa, que designo de jornalismo de merda e o que é exercido pelos jornaleiros, isto é, por aqueles que carecem duma cultura mínima, duma preparação adequada e que padecem dum certo espírito mercantil que os leva a escreverem por encomenda ou mesmo até o que lhes é ditado a troco de um prato de lentilhas. Estes constituem o grande grupo que considero a merda do jornalismo.» Anónimo

sábado, maio 28, 2011

DA FRAUDE, PELA FRAUDE E PARA A FRAUDE

«Do PS e do governo não me admiro, dado o historial que caracteriza gente que vive da fraude, pela fraude e para a fraude. Mas de um modo geral a classe jornalística e comentadores serviçais que vi desfilar na noite pelos diferentes canais eu acuso: Vermes rastejantes, estatuetas de cera moldada sem coluna vertebral, ventríloquos a quem emprestam a atremoçada voz e mãos cobardemente manipuladas e obedientes, tolhidas no cavar penoso de uso de caneta mais pesada que um sacho de cavar a terra. Porque ardilosamente quiseram subverter os contornos da questão do acordo oculto tentando cavar penosamente em argumentos que libertassem Sócrates. Eu resumo para essa gente sem rosto, sem corpo e sem alma: O governo escondeu criminosamente ao País durante três semanas um documento diferente daquele a que se tinham comprometido os partidos aderentes. Nem que uma única vírgula tivesse sido alterada essa divulgação era obrigatória e irrecusável. Banhem-se no único refúgio com dignidade para vos acolher. O lamaçal comum.» a. marques

terça-feira, maio 24, 2011

CASAMENTEIROS DA NITREIRA

«Lobo Xavier tem demasiadas causas de luxo nas suas mãos bem tratadas e macias sendo que, habituado como está a ter clientes ou 'constituintes' safados que se safam ao fisco, já tudo lhe deve parecer 'bom' para dar uma pinocada; também estes 'fatos leves e de estival alpaca' sob a forma de honorários, são o que lhe permite opinar  às 5.ªs  com tranquilidade. Santana Lopes, para 'casamentos', também tem revelado um certo estômago  embora se tenha tentado redimir no púlpito de um comício de Passos Coelho. É só pensar nos pescoços-de-peru, engelhados e côr-de-laranja, das 'cinhas e afins' e dos respectivos externos picados de sardas e queratose-senil, provocados pelo Guincho-excessivo e mil solários em Novembro. Pobre Santana. De resto, os 'números de ouro' são apenas aquilo que levou a Grécia directa para a nitreira: uma 'metodologia' calabresa na contabilidade. Portugal é tímido aprendiz mas empenhado e tem atingido, com sócrates, bons resultados.» Besta Imunda

segunda-feira, maio 23, 2011

PROPAGANDA-GOEBBELS DO PS TOTALITÁRIO

«A nada disto que está exposto e escrito no 'post' as gentes lusas, que estão enquistadas 'na máquina', prestam atenção. Pinto-de-sousa e o PS-totalitário apostam fortemente no desespero dos 'empregados do regime' (fundações inúteis, institutos inventados à medida, administrações mais numerosas que os trabalhadores que administram, etc) para defesa do seu próprio emprego  não de Portugal. Todos os métodos parecem ser legítimos para a propaganda-goebbels socialista; o debate de 6.ª feira foi ganho por Passos, tendo sócrates sido esmagado e desmascarado, mas a domesticada e servil RTP resolveu refazer "a narrativa": no noticiário de Sábado das 20h passou 18 minutos de reportagem editada e maquilhada onde uma cuidadosa selecção e montagem dos momentos 'críticos' tentava fazer sócrates emergir como um repositório de bom senso  'apagando' o mais possível as partes gagas, a cassette, a aldrabice e os momentos de manifesto e indisfarçável desconforto e desorintação do Kerido-Líder. Apesar de tudo isto, o PS  por estratégia previamente ensaiada com os treinadores de mentira de sócrates (a 'agência' de publicidade contratada)  tenta agora desvalorizar o efeito do debate; são atiradas para o ar frases canalhas como "estalou o verniz" (a quem?!?) e arrebanhados imigrantes e velhas de preto com almoço à borla para emoldurar os comícios do PS. Com locução e apresentação em ingês-não-técnico. Se depois de todos estes truques e golpes baixos o PS e sócrates perderem, então darão entrada num hospital psiquiátrico  não sem antes 'limparem' devidamente os discos rígidos dos ministérios e queimarem 'papéis comprometedores', assim como suprimirem vestígios dos 'sites' de motards-rabetas visitados regularmente por assessores e chefias. Passarão vários dias nesse desespero.» Besta Imunda

domingo, maio 22, 2011

FUGIR DO PS PELAS PORTAS E PELAS JANELAS

«O maior espectáculo acapoulado de ilusionismo desesperado está apenas a começar. Na SIC passou à tarde um trabalho com mérito, em que o jornalista indagava sobre a bancada cheia de africanos e paquistaneses (não há engano, eram mesmo daqueles de turbante e tudo, aos pontapés, e nenhum deles me pareceu ser o Santos Silva disfarçado) que faziam o passeio inter-cidades para a festa do PS (um deles explicou exactamente as cidades por onde passavam). A bancada tinha acabado de ser esvaziada assim que filmaram, diluindo-se estrategicamente a massa cosmopolita entre os indígenas cor-de-rosa frente ao palco verde, que são os tais que vêm salvar Portugal do mundo que existe na cabeça do Sócrates e ao qual batem palmas. A moça africana, meio a medo, lá respondeu qualquer coisa do género "ai, ai, isso agora é que é", quando questionada sobre quem lhes pagou em géneros num saquinho e respondeu que foi o senhor que estava ali. Sim, é esse que está a pensar: o senhor Salvador! Percebeu-se perfeitamente que havia sido instruida a não piar, sinal mais do que evidente de que há algo para esconder, e organização. Falta saber de que rubrica do dinheiro do PS isto é pago para estas pessoas andarem por Algarve, Alentejo e Lisboa a fazer a ronda e a dizer repetidamente que o PS é muito bom para eles e para os filhos. Deve ser sinal que já não têm gente para fazer as festas, porque na verdade as pessoas do PS estão a fugir pelas portas e pelas janelas. Ainda bem que o Paquistão é longe, que a frota de camionetas de Cabeceiras é fracota e que o novo aeroporto ainda não está feito, porque senão estes tipos eram capazes de ter umas ideias para ganhar eleições.» Anónimo

sábado, maio 21, 2011

MUDANÇA DESESPERADAMENTE NECESSÁRIA

«Estes candidatos, esta política de embalagem, estas 'prestações' e estas campanhas são todas orientadas para "a imagem". Isto é impudentemente admitido diante das câmaras e de microfones  com os 'políticos' a incorporar vergonhosamente o papel-de-embrulho nos seus ameaços de programa eleitoral  e o povo eleitor 'acha bem'; ou pelo menos não fica escamado com o triste espectáculo. Em 2009 percebeu-se que Manuela Ferreira Leite  velha, carrancuda, rígida e portadora de más notícias  não agradou (pela imagem...) e que sócrates, um banha-da-cobra com muita lábia, equipas de treinadores da vigarice e manipuladores de informação, tinha uma muito "melhor imagem" (e tinha generosamente metido 2,9% de aumento salarial pelo cu dos funcionários públicos acima...). Hoje a comentarice televisiva e os emissários-submarinos do PS nas TV continuam a debater  com afã  a 'imagem': quem manteve a melhor, quem embrulhou melhor a mensagem (devia ser antes "a factura"), quem gritou, quem teve de se defender, quem denunciou irritação ou mostrou 'o tique'; imagem. Felizmente (...) que desta vez temos um programa de governo pré-escrito; de outra forma, e sem o País na bancarrota, 'nada' teria sido abordado, discutido ou quantificado. Então poderemos dizer que a imagem de sócrates está em queda; que o seu guião de berraria irracional e agressiva, sem gravata e suado nos sovacos, já não engana tantos como antigamente. E que Passos, vindo de Massamá vestido e engomado de fresco, e com o nó-da-gravata arranjado ternamente pela mulher, está em ascensão. Assim seja. Pela mudança urgente e desesperadamente necessária para quebrar este criminoso ciclo de socialismo-socratismo enquistado no Estado, que queima dinheiro e é incapaz de dizer 'não' às clientelas, amigos, familiares e empreiteiros de viadutos.» Besta Imunda

terça-feira, maio 17, 2011

MÁQUINA-DE-ATERRORIZAR-FUNCIONÁRIOS

«É espantosa, segundo os rapazes "das sondagens" e outras calculadeiras-volantes que erram nos estúdios de TV, a 'transferência de voto' (pelo menos, 'da intenção') do BE para o PS, do PSD para o CDS e para o PS, de lado nenhum para o PSD, e do PCP para lado nenhum. A auto-capação-tenebrosa, que é uma realidade, parece ter para já estes belos resultados e eles são reveladores do desejo de hibernação que infecta as mentes em geral. O PCP  granítico, imóvel, vivendo mentalmente em 1924 e clube de reformados velhos e novos  mantém sem surpresas os seus números; o CDS capitaliza com o desconforto da pequena direita portuguesa que gosta do aprumo do Paulo Portas, do acerto da sua equipa; que se ressente das desfeitas de Cavaco e que não gosta da bimba e azougada 'entourage-Relvas' de Passos Coelho. O PSD perde assim para o CDS e para o PS, pois o delinquente sócrates e a sua máquina-de-aterrorizar-funcionários-e-beneficiários rouba medrosos votos ao PSD. Mas também ao BE! O BE dos 'jovens idealistas', das fracturas-fufas, da nova estética revolucionária, da esquerda-chic  bem enfarpelada e bem alimentada na 'Bica do Sapato'. O medinho destes últimos é que se não votarem sócrates, o seu tachito possa ser extinto, dissolvido, desaparecido, evaporado, destruído; a sua ilusão é que votando sócrates o seu pequeno 'estado-social-privado-e-pessoal' possa permanecer e passar por entre os pingos da chuva (de merda) que aí vem. Quando chegar "à altura" e não tivermos (o governo) cumprido a ponta de um corno do Acordo, então vão (vamos) todos ver.» Besta Imunda